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07/03/2022

A origem e simbologia do Dia Internacional da Mulher Proletária

 

A origem e simbologia do Dia Internacional da Mulher Proletária

Do jornal do MFP - março 2021

O dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher Proletária tem uma importância especial na luta revolucionária de todos os povos. O tributo à luta das mulheres das classes exploradas e oprimidas de todos os países foi proposto por Clara Zetkin – dirigente do Partido Social Democrata (Comunista) da Alemanha – na II Conferência de Mulheres Socialistas em 1910, realizada na Dinamarca. Aprovada pelas delegadas, a homenagem foi realizada em dias diferentes nos primeiros anos. No dia 8 de março de 1917, no auge de uma situação revolucionária, ocorreu uma passeata com dezenas de milhares de operárias contra a fome, a guerra e o czarismo, sob a direção dos bolcheviques em Petrogrado, então capital da Rússia, dando início a uma greve geral política contra o regime czarista.

16/03/2021

Jornal MFP: Povos e nações oprimidos se levantam em resposta ao agravamento da crise geral do imperialismo

Situação política:

 Povos e nações oprimidos se levantam em resposta ao agravamento da crise geral do imperialismo

Do jornal do MFP - março 2021

A crise geral do imperialismo se aprofunda e potencializa a situação revolucionária e seu desenvolvimento desigual no mundo, gerando condições mais favoráveis para se impulsionar a nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial. Nos últimos anos os levantamentos de massas em todos os continentes contra a velha ordem, como rastilho de pólvora, se espalham rapidamente, ganham em organização e consciência respondendo medida por medida os ataques contra as massas trabalhadoras. No ano de 2020, o agravamento da crise geral de decomposição do imperialismo tomou a forma de genocídio geral, não com guerra mundial, mas com a pandemia do novo corona vírus, cujas medidas de seu combate conduziram a mais abrupta e dura recessão, destruição de forças produtivas, redução drástica dos salários com cortes de direitos e grande concentração e centralização de capital. Medidas de isolamento social impositivo, proibição de aglomerações e toque de recolher que, justificados pela pandemia, foram deliberadamente utilizados para aterrorizar as massas e impedir sua mobilização.

Jornal MFP: A origem e simbologia do Dia Internacional da Mulher Proletária

 A origem e simbologia do Dia Internacional da Mulher Proletária

Do jornal do MFP - março 2021

O dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher Proletária tem uma importância especial na luta revolucionária de todos os povos. O tributo à luta das mulheres das classes exploradas e oprimidas de todos os países foi proposto por Clara Zetkin – dirigente do Partido Social Democrata (Comunista) da Alemanha – na II Conferência de Mulheres Socialistas em 1910, realizada na Dinamarca. Aprovada pelas delegadas, a homenagem foi realizada em dias diferentes nos primeiros anos. No dia 8 de março de 1917, no auge de uma situação revolucionária, ocorreu uma passeata com dezenas de milhares de operárias contra a fome, a guerra e o czarismo, sob a direção dos bolcheviques em Petrogrado, então capital da Rússia, dando início a uma greve geral política contra o regime czarista.

Jornal MFP: Hino do Movimento Feminino Popular

 Hino do Movimento Feminino Popular

Do jornal do MFP - março 2021

O MFP – Movimento Feminino Popular tem seu hino: “Lutadoras da Revolução”, uma adaptação da música cantada pelo MFP – Movimiento Femenino Popular do Peru. O trabalho revolucionário das companheiras peruanas e sua intrepidez no combate ao velho Estado peruano, com a incorporação de milhares de massas de mulheres camponesas e operárias no processo de Guerra Popular pela Revolução de Nova Democracia, sempre foi para nós uma grande referência e fonte de inspiração revolucionária da classe. Nosso hino, cantado em cada reunião do movimento, fortalece nossa luta e nossa convicção da necessidade de seguir mobilizando, politizando e organizando as massas femininas no processo de luta revolucionária da classe com a certeza de que a emancipação da mulher é obra da Revolução Proletária. Aproveitamos aqui para saudar mais uma vez as companheiras Augusta de la Torre Carrasco e Yovanka Pardavé Trujillo, grandes dirigentes comunistas membros do PCP e combatentes da Revolução Peruana e heroínas do proletariado internacional.

Jornal MFP: Os grandes feitos da Revolução Chinesa no caminho da emancipação da mulher

 Os grandes feitos da Revolução Chinesa no caminho da emancipação da mulher


“As mulheres levam sobre seus ombros a metade do céu e devem conquistá-la.”

Essa consigna, ainda tão atual, levantada pelo grande timoneiro da Revolução Proletária Mundial, Presidente Mao Tsetung, mobilizou e incorporou milhões de mulheres no processo de Guerra Popular Prolongada, dirigido pelo heroico Partido Comunista da China para destruir o latifúndio e libertar a nação de invasores estrangeiros. A vitória da Revolução Democrática na China em 1º de outubro de 1949 e todo o processo de construção socialista até a Grande Revolução Cultural Proletária fez rasgar os princípios de todos os capitalistas e reacionários que colocam as mulheres como seres de segunda categoria.


Na velha China de antes da revolução, as mulheres do povo, eram excluídas de toda a prática social e tratadas como seres secundários, que deviam obediência aos seus pais e maridos, aprisionadas no trabalho doméstico e impedidas de desenvolverem a prática social em toda sua amplitude. No campo e na cidade toda função social da mulher do povo era reduzida a cuidar da casa, dos filhos, do marido além do pesado trabalho das camponesas ou a dupla jornada das operárias. Mas o Presidente Mao e o Partido Comunista da China sabiam que não era possível destruir toda aquela sociedade de exploração e opressão se a metade das classes exploradas estivessem fora do processo revolucionário, e se o processo revolucionário não emancipasse as mulheres que carregavam uma opressão milenar.

Jornal MFP: 19 de março: Viva os 107 anos de nascimento da camarada Chiang Ching!

 19 de março: Viva os 107 anos de nascimento da camarada Chiang Ching!

Do jornal do MFP - março 2021

A Revolução Chinesa fez destacar importantes dirigentes femininas da Classe. Destacamos aqui a grande camarada Chiang Ching, uma das grandes lideranças da GRCP – Grande Revolução Cultural Proletária e uma grande dirigente que após a morte do Presidente Mao, em 1976, lutou contra a restauração capitalista na China e contra todos os revisionistas até a sua morte. A camarada Chiang Ching é uma grande heroína do proletariado internacional e um grande exemplo para nós.

Desde jovem, Chiang Ching rebelou-se contra tradições feudais da velha China. Aos 15 anos se interessou pelo teatro, e desde então contribuía com filmes e peças que retratassem a vida do povo, mas não só isso, ia sempre ao campo, às fábricas e às aldeias para conhecer e ajudar a resolver problemas do povo e propagandear o novo. Uma viragem política para sua tomada de posição foi a invasão da China pelo imperialismo japonês em setembro de 1931, onde juntou-se à companhia Liga de Dramaturgos de Esquerda e logo depois ao Partido Comunista da China.

Jornal MFP: Vacina para o povo, já!

 Vacina para o povo, já!



 Figura : Crianças em atividade do Comitê Sanitário de Defesa Popular da Vila Bandeira Vermelha em Betim-MG.

Por todo o país cresce o apelo pela vacinação do povo! RJ, Complexo do Alemão. 2021


A crise generalizada e sem precedentes em que vivemos é sinal dos tempos. É a agudização da decomposição do capitalismo burocrático como parte da crise geral do imperialismo que foi agravada exponencialmente pela pandemia e revela todo o desprezo da canalha política a serviço de seus amos burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo, principalmente ianque. O exemplo da falta de oxigênio em Manaus, em que o governo de Bolsonaro e generais deixaram os pacientes morrerem à míngua, e revela o quanto escarnecem do sofrimento do povo brasileiro e desprezam sua vida.

Jornal MFP: Viva a luta camponesa e a revolução agrária!

 Viva a luta camponesa e a revolução agrária!

Do jornal do MFP - março 2021

Em vídeo divulgado pela Liga dos Camponeses Pobres, em outubro de 2020, mulheres e crianças reunidas denunciaram o cerco da polícia militar, a criminalização do movimento camponês afirmando a justeza de sua luta pela terra, denunciando os verdadeiros criminosos latifundiários.

Jornal MFP: As mulheres camponesas e a Revolução Agrária

 As mulheres camponesas e a Revolução Agrária

“Façamos nós por nossas mãos tudo que a nós nos diz respeito.”

Do jornal do MFP - março 2021

Companheiras,

A luta pela libertação de nosso povo, para por fim a tantos sofrimentos se dá através da nossa organização decidida e classista, pelo caminho da revolução. O MFP afirma que a revolução democrática só pode ser impulsionada através da revolução agrária antifeudal. Ou seja, através da destruição do latifúndio, sistema e classe mais atrasados de nossa sociedade e pilar da dominação imperialista semicolonial sobre o Brasil. O latifúndio só traz miséria, exploração, trabalho escravo para o povo e destruição da natureza e atraso para a nação. Os latifundiários se enriquecem grilando e roubando terras, explorando o povo de todas as formas e se empanturrando com o dinheiro público, obtido pelo favorecimento que esse Estado lhe concede através dos financiamentos bilionários, cujas dívidas são continuadamente perdoadas.

Jornal MFP: Guerra reacionária contra o povo assassina crianças no Rio de Janeiro

Guerra reacionária contra o povo assassina crianças no Rio de Janeiro


"Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem.”
Bertolt Brecht


Engana-se quem por qualquer motivo considera que as mais de 280 mil mortes por COVID-19 em todo o Brasil é a única cruel violência praticada contra o povo brasileiro. A naturalização da violência contra o povo pobre no campo e nas periferias da cidade, praticada pelo velho Estado, particularmente por suas forças policiais e militares é parte de uma guerra reacionária não declarada contra o povo trabalhador. Os monopólios de imprensa naturalizam a violência policial, promovendo a criminalização da pobreza para no final das contas esconder que toda a revolta do povo se justifica! E não perdoam nem as crianças...

Jornal MFP: Liberdade para o Rapper revolucionário Pablo Hasél

 Liberdade para o Rapper revolucionário Pablo Hasél


Nos somamos à campanha internacional que exige a libertação imediata e o fim de todas as acusações contra o artista e defensor dos direitos do povo Pablo Hasél, feito prisioneiro pelo estado imperialista espanhol, em medida fascista de cerceamento da liberdade de expressão e criminalização da luta
popular. O caso de Pablo Hasel é representativo de vários ativistas e militantes da luta popular que estão sendo processados e detidos pela reacionária lei de Segurança Cidadã de 2015, verdadeira lei da mordaça que pune com prisão as manifestações populares e ataques ao governo e à anacrônica monarquia. Expressamos nossa solidariedade e exigimos sua libertação imediata. Não é crime cantar a luta do povo, não é crime denunciar seus algozes, muito menos pode ser criminalizada a exortação as massas à luta e desenvolvimento de um mundo sem opressão e exploração.




Campanha pela liberdade de Pablo Hasél no Brasil

JORNAL MFP: Sandra Lima - O exemplo de uma memorável dirigente revolucionária!

 Sandra Lima - O exemplo de uma memorável dirigente revolucionária!


No último dia 06 de março, data em que nossa grande companheira dirigente fundadora do MFP Sandra Lima completaria 66 anos, o Movimento Feminino Popular participou de mais uma comovente homenagem a sua grande estatura de comunista maoista brasileira. A companheira Sandra, que dedicou toda sua vida à grande causa de libertação da humanidade, faleceu por complicações de saúde em 27 de Julho de 2016, deixando viva a ideologia que defendeu durante toda sua história na luta do povo brasileiro, na aliança-operário camponesa, no processo da revolução Democrática ininterrupta ao Socialismo no Brasil e na luta pelo comunismo em todo o mundo.

Às margens do rio Paraopeba na cidade de Brumadinho/MG, a poucos quilômetros do ponto do rio onde ocorreu o crime da Vale há dois anos, familiares, amigos e companheiras do MFP realizaram uma cerimônia simples, para espargir as cinzas da companheira no leito do rio. A atividade foi programada para poucas pessoas em função do agravamento da pandemia. Com o compromisso de seguir honrando a vida e a luta de Sandra, cada companheiro e companheira presente deitou suas cinzas juntamente com suas flores preferidas, as gérberas, simbolizando que sua presença transformadora segue incontida na luta do povo assim como as águas no leito do daquele rio. Uma companheira do MFP reforçou o juramento de seguir honrando a vida e luta da companheira. O Paraopeba é afluente do rio São Francisco que banha as terras de sítios que marcaram sua vida, além de ser umrio importante para a luta camponesa no nosso país, caminhos pelos quais ela seguiu em vida trabalhando pela revolução agrária por todos os sertões de nosso país. Assim seguirá presente na luta.
A companheira Sandra Lima dedicou sua vida à Revolução Brasileira. Foram mais de 40 anos de militância, organizando as massas nos bairros proletários e fábricas, na luta pela moradia, na luta pela terra, junto ao movimento operário e sindical classista.
Dedicou-se na construção do Movimento Feminino Popular (MFP) em diferentes regiões do país, especialmente no campo. Sempre em suas intervenções atentava para a necessidade das mulheres de nosso povo se lançarem à luta ombro a ombro com seus companheiros e se formarem como quadros revolucionários que dominem a ideologia do proletariado para cumprir as tarefas da Revolução de Nova Democracia em nosso país.

Intrépida e combativamente nunca se furtava à luta pela posição mais avançada sempre combatendo e desmascarando todo revisionismo e demais falsificações inseparavelmente ao combate do imperialismo. Abnegada, jamais se resignou perante os problemasde saúde. Dedicou-se sem reservas à mobilização, politização e organização das massas.
Miramos e apoiamo-nos no radiante exemplo de vivacidade, combatividade e otimismo sempre transbordados pela companheira Sandra Lima para que, como ela sempre nos ensinou, converter nossa dor e indignação em mais decisão para lutar pela completa emancipação de nosso povo. Sua vida e seu exemplo são inapagáveis e serão gravados em letras douradas no panteão dos heróis de nosso povo no triunfo da revolução em nosso país.

Companheira Sandra: presente na luta!
Despertar a fúria revolucionária da mulher!

JORNAL MFP: Viva os 200 anos de Friedrich Engels, chefe do proletariado internacional!

 Viva os 200 anos de Friedrich Engels, chefe do proletariado internacional!


Saudamos a passagem do 200o aniversário do grande Friedrich Engels um dos fundadores da ideologia do proletariado internacional e grande chefe da classe. Camarada de armas de Karl Marx, Engels nasceu em 28 de novembro de 1820 e dedicou sua vida à causa comunista. Suas contribuições ao marxismo vivem nas lutas atuais dos povos de todo o mundo.

A obra de Engels junto ao trabalho de Marx conforma a primeira etapa da ideologia do proletariado internacional, o marxismo. Pela importância que tem para a conformação da concepção marxista sobre a opressão da mulher destaca-se aqui sua imorredoura obra A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), na qual utilizou vários excertos de Marx e a mais avançada antropologia, de sua época, para aplicar o materialismo dialético à história e desvelar as leis do desenvolvimento da sociedade. Alicerçou os estudos marxistas a respeito da sociedade primitiva, da origem, das etapas e formas de desenvolvimento da família e da propriedade privada, em que revela especial atenção à questão da opressão da mulher. Provou que a opressão da mulher tem origem histórica a partir do surgimento da propriedade privada e que a emancipação da mulher é o comunismo, no processo da revolução proletária, com a abolição de todas as classes. Aprofundou a teoria marxista do Estado com a análise histórica de sua origem, apresentou o processo de surgimento das classes e o desenvolvimento do Estado para demonstrar o papel deste como instrumento das classes dominantes para a manutenção de seu Poder, desmascarando as teorias burguesas de que o Estado é uma estrutura acima das classes e delineando as premissas de sua futura extinção.
O MFP considera essencial o estudo aprofundado das obras de Engels para o combate a todo pensamento burguês e pequeno-burguês, a todo revisionismo e oportunismo, que se apresentam com seus feminismos e tentam distorcer a posição revolucionária marxista, para vulgarizar o problema da opressão da mulher, dividindo a classe, servindo à manutenção da velha sociedade.
“Que as classes dominantes tremam à ideia de uma revolução comunista! Os proletários nada têm a perder nela, a não ser seus grilhões. Têm um mundo a ganhar. ”
(Manifesto do Partido Comunista- fev1848)

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