domingo, 24 de fevereiro de 2019

O assassinato de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht narrado pela bolchevique Elisabeta Yakovlevna Drabkina



Publicamos a seguir importante relato sobre o assassinato de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht escrito pela bolchevique Elisabeta Yakovlena Drabkina. A tradução do texto foi retirada do site do MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

 O assassinato de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht narrado pela bolchevique Elisabeta Yakovlevna Drabkina 

 


Elisabeta Yakovlevna Drabkina, filha da bolchevique Feodosia Drabkin (“Natasha”) e de Iakov Drabkin – que, sob o pseudônimo “Sergei Gusev”, logo seria Presidente do Comitê Militar Revolucionário do Soviete de Petrogrado – teve uma vida intimamente ligada ao Partido Bolchevique e à Revolução Russa.
Na sua infância, Drabkina acompanhava sua mãe nas viagens a Helsinque para comprar armas para os bolcheviques. Quando tinha cinco anos, a repressão que se seguiu à Revolução de 1905 obrigou seus pais a passar à clandestinidade. Ela não voltaria a vê-los até a Revolução de Outubro de 1917.
Na sua adolescência, incorporou-se ao Partido Bolchevique, foi voluntária dos Guardas Vermelhos e participou da tomada do Palácio de Inverno. Aos 17 anos, passou a servir de secretária de Yakov Sverdlov no Instituto Smolny. Nos anos seguintes, casou-se com o também bolchevique Aleksander Solomonovich Iosilevich, de quem logo se divorciaria.
Suas obras, algumas publicadas postumamente, enfocam os eventos e as figuras que definiram sua vida, principalmente sua experiência revolucionária, os revolucionários com os quais conviveu na militância e a Revolução de Outubro, até aquele 26 de outubro, 7 de novembro de 1917, em que Lênin, no Smolny, diria: “Camaradas: a revolução operária e camponesa, cuja necessidade proclamaram sempre os bolcheviques, triunfou…”.

Informamos que durante pouco mais de um mês ficamos sem atualizar nosso site por problemas operacionais. A partir de hoje retomamos nossas atividades. Esperamos que continuem acessando nossos materiais. Estamos trabalhando em novas publicações.

Viva a luta revolucionária da mulher proletária!

Despertar a fúria revolucionária da mulher! 


Notícias recentes

Poema - Os homens da terra

Reproduzimos a seguir belo poema de Vinícius de Morais publicado em 1962. Atual, serve como uma cântico de guerra para a luta dos camponese...