terça-feira, 16 de março de 2021

JORNAL MFP: Viva os 200 anos de Friedrich Engels, chefe do proletariado internacional!

 Viva os 200 anos de Friedrich Engels, chefe do proletariado internacional!


Saudamos a passagem do 200o aniversário do grande Friedrich Engels um dos fundadores da ideologia do proletariado internacional e grande chefe da classe. Camarada de armas de Karl Marx, Engels nasceu em 28 de novembro de 1820 e dedicou sua vida à causa comunista. Suas contribuições ao marxismo vivem nas lutas atuais dos povos de todo o mundo.

A obra de Engels junto ao trabalho de Marx conforma a primeira etapa da ideologia do proletariado internacional, o marxismo. Pela importância que tem para a conformação da concepção marxista sobre a opressão da mulher destaca-se aqui sua imorredoura obra A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), na qual utilizou vários excertos de Marx e a mais avançada antropologia, de sua época, para aplicar o materialismo dialético à história e desvelar as leis do desenvolvimento da sociedade. Alicerçou os estudos marxistas a respeito da sociedade primitiva, da origem, das etapas e formas de desenvolvimento da família e da propriedade privada, em que revela especial atenção à questão da opressão da mulher. Provou que a opressão da mulher tem origem histórica a partir do surgimento da propriedade privada e que a emancipação da mulher é o comunismo, no processo da revolução proletária, com a abolição de todas as classes. Aprofundou a teoria marxista do Estado com a análise histórica de sua origem, apresentou o processo de surgimento das classes e o desenvolvimento do Estado para demonstrar o papel deste como instrumento das classes dominantes para a manutenção de seu Poder, desmascarando as teorias burguesas de que o Estado é uma estrutura acima das classes e delineando as premissas de sua futura extinção.
O MFP considera essencial o estudo aprofundado das obras de Engels para o combate a todo pensamento burguês e pequeno-burguês, a todo revisionismo e oportunismo, que se apresentam com seus feminismos e tentam distorcer a posição revolucionária marxista, para vulgarizar o problema da opressão da mulher, dividindo a classe, servindo à manutenção da velha sociedade.
“Que as classes dominantes tremam à ideia de uma revolução comunista! Os proletários nada têm a perder nela, a não ser seus grilhões. Têm um mundo a ganhar. ”
(Manifesto do Partido Comunista- fev1848)

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