sexta-feira, 28 de junho de 2019

O ensaio geral da Greve Geral de Resistência Nacional: Editorial - A Nova Democracia

Publicamos a seguir o editorial do Jornal A Nova Democracia, nº 224 que traz importante avaliação do ensaio geral da Greve de Resistência Nacional de 14 de Junho.

Liga Operária marcou presença em Belo Horizonte (MG)
Manifestação da Greve Geral entre Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)
Manifestantes queimam bandeiras do USA e Israel em Januária, Norte de MG

Editorial - O ensaio geral da Greve Geral de Resistência Nacional


As manifestações que marcaram a greve geral contra a “reforma da Previdência”, os cortes na educação e pela revogação da “reforma trabalhista” foram a demonstração cabal da agudização das contradições e da luta de classes no país. Acima de tudo, demonstraram o desejo e disposição das massas trabalhadoras do campo e da cidade de não seguir vivendo mais como até então. Querem de volta seus direitos esquartejados e as décadas de trabalho e suor confiscados, querem mudanças, repudiam toda a podridão a que se chegou a política no país, podridão dos que roubaram e roubam e podridão dos que dizem e se fazem passar por caçadores de corruptos. O povo brasileiro quer o Brasil Novo!
A Greve Geral foi um grande triunfo! Aqueles que sempre nutriram o baixo instinto antipovo e apostaram no fracasso da greve quebraram a cara. Freneticamente, pelas “redes sociais”, expelem seu fel esbravejando “foi um fracasso”. O monopólio da imprensa, fazendo-se de imparcial, noticiou com flashes ao longo do dia e nos horários nobres sem maiores gritarias, reservando para o dia seguinte seus vômitos de sempre. O governo do capitão e seus generais fez-se de surdo, mudo e cego. Calma, senhores, vossas senhorias ainda não viram nada!
Considerando todo tipo de sabotagem da máfia sindical, toda a carência de recursos materiais das organizações operárias classistas, todas as ameaças de multas e criminalização pela “justiça”, todo o aparato e abuso de poder das hordas policiais com pressão e intimidação, toda a manipulação midiática dos monopólios de imprensa (que só mostram o que querem) e toda a situação de angústia e temor imperante com dezenas de milhões de desempregados, podemos dizer: a Greve Geral irrefutavelmente foi um grande triunfo!
Sob tais condições, a Greve Geral foi a comprovação de que as amplas massas trabalhadoras anseiam pela luta, pois não contam com mais nada para se defenderem da continuada mutilação dos seus direitos duramente conquistados em décadas de lutas e combates. Muitos dos que foram trabalhar dia 14 de junho sequer sabiam da convocação da greve geral; outros tantos não conheciam seus motivos e demandas, assim como tantos que ainda não se sentem confiantes em enfrentar seus patrões e as ameaças e chantagem da reação incrustada na alta burocracia estatal.
Contribuiu ainda para a adesão em massa à greve geral, além dos covardes golpes contra os trabalhadores já sancionados e anunciados, a paralisia ante a grave crise econômica e social de um governo de valentões, que bravateava “fazer e acontecer”, bem como os recentes vazamentos que desmascaram os paladinos da Operação “Lava Jato”. São patentes o crescente desencanto dos que votaram em Bolsonaro, a descrença nessa velha democracia dos que votaram contra ele e maior ainda a revolta da população que não votou ou votou nulo e branco, no que foi o maior boicote eleitoral da nossa história.
A resistência nacional dos trabalhadores contra o corte de direitos e confisco do povo pelas “reformas” deste governo antioperário, antipovo, latifundista, obscurantista e vende-pátria, também expressa o sentimento patriótico de rechaço aos seus acordos e afagos sabujos e lambe-botas do imperialismo ianque e do Estado sionista/terrorista israelense. Expressa o sentimento popular mais genuíno e não o manipulado, sentimento contra a ofensiva contrarrevolucionária preventiva ao crescente protesto popular. Ofensiva posta em marcha como golpe de Estado, passo a passo, pela via constitucional, a qual se desmascara, facultando às Forças Armadas intervirem para salvar a velha ordem de exploração, opressão, corrupta e genocida em crise de decomposição.
A Greve Geral foi também uma clara resposta não só para toda a reação que hoje, em meio de conluios e pugnas, trama por impor ao povo e à Nação um regime ainda mais opressor. Foi resposta e recado contundente para aqueles que permeando as fileiras das massas, não acreditam nelas e em sua disposição e capacidade de organização e luta. Foi resposta a estes que só apostam nos estreitos limites da legalidade e da manipulação eleitoreira, pois temem acender o vulcão de ressentimentos represados por este sistema que reside nas massas, temem o despertar de sua fúria. Que se corrijam ou se danem.
Fazendo coro com os monopólios de imprensa, o oportunismo, como sempre, busca jogar areia nos olhos do povo a respeito de qual é a principal contradição do país, cuja resposta apresentada por eles, na verdade, são apenas contradições entre os grupos de poder das classes dominantes. Tal como antes, a falsa esquerda queria fazer crer ser a contradição principal entre “esquerda” versus direita, entre PT versus PSDB; agora centram nas contradições entre Bolsonaro versus Mourão, entre Bolsonaro versus Congresso Nacional, entre Bolsonaro versus PT, como se fossem estas expressões da contradição do fascismo versus democracia, quando todas estas são apenas contradições secundárias, internas das classes dominantes, entre tendência para o fascismo versus velha democracia corrupta.
O que expressa a contradição principal do país, que é a contradição entre este sistema de exploração/opressão, seu velho Estado latifundiário-burocrático e seu sistema político corrupto agonizante de velha democracia versus as massas populares, toma forma como contradição entre, por um lado, a ofensiva contrarrevolucionária preventiva em curso (de cujo núcleo são partes Bolsonaro, o Alto Comando das Forças Armadas – ACFA – e demais partidecos da chusma de pastores fariseus e arrivistas delegados de polícia e oficiais militares) versus a Revolução de Nova Democracia. A disputa entre o grupo fascista de Bolsonaro (que predica um regime militar) e o ACFA (que em palavras e juras advoga pela legalidade, porém que na prática conduz um golpe de Estado passo a passo, trabalhando por um regime de concentração máxima do poder no Executivo, de mutilação de direitos do povo e soberania da nação via “reformas” da Constituição vigente) são diferenças táticas transitórias de como melhor salvar o sistema de exploração/opressão ameaçado de ruir.
São só disputas pela direção que a contrarrevolução enfrenta em sua ofensiva. Ao movimento operário, popular e revolucionário só interessa aproveitar da divisão temporária de seus inimigos de morte para lançar ofensivas táticas. Nada mais que isto. Bolsonaro ataca o Congresso e o STF para ganhar o apoio do povo, buscando manipular seu sentimento de descrédito e desprezo por estas instituições para impor o regime militar como única possibilidade de salvar o sistema de exploração e opressão, serviçal do imperialismo ianque, que tanto ama e para o qual faz questão de se rastejar. Mas, este sentimento popular de desprezo às carcomidas instituições e o desejo das massas por sua supressão só podem concretizar-se mediante a Revolução de Nova Democracia, com a derrubada de toda esta velha ordem, e não por um golpe de Estado fascista que objetiva salvá-la da ruína, como trama Bolsonaro.
A Greve Geral foi só o primeiro capítulo de algo colossal que está por vir. Foi o ensaio geral da greve geral por tempo indeterminado e de resistência nacional. Ela anuncia a unificação por todo o país de protestos cada vez mais massivos e violentos. Protestos que se desembocarão num poderoso levantamento de massas que chocará frontalmente com todas estas “reformas” e políticas antioperárias, antipovo e vende-pátria destes governos de partidos e Congresso corruptos, de generais direitistas que se acham donos da República, governos defensores de latifundiários e grandes burgueses, serviçais dos interesses do imperialismo, principalmente ianque. Protestos violentos que irão varrer do caminho toda a politicalha eleitoreira, mentirosa, demagógica e farsante, desencadeando como nunca na história do país a grande e pendente Revolução de Nova Democracia.

Declaração conjunta: Viva o 33º aniversário do Dia da Heroicidade! (junho de 2019)



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Por ocasião do Dia da Heroicidade, lembrando o 19 de junho de 1986 em que agerência fascista de Alan García, no Peru,  assassinou cerca de 250 prisioneiros políticos do Partido Comunista do Peru (PCP), num dos mais sangrentos episódios de terrorismo de Estado já cometidos em cárceres sul-americanos, reproduzimos a Declaração conjunta de Partidos e Organizações Marxistas-leninistas-maoistas de 19 de junho de 2019. Tradução não oficial retirada do blog Servir ao Povo de Todo Coração.



Proletários de todos os países, uni-vos!

Viva o XXXIII aniversário do Dia da Heroicidade!

Os Partidos e Organizações Maoistas, que assinamos a presente declaração celebrativa, guiados por nossa ideologia todopoderosa – o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente o maoismo, a ideologia do proletariado internacional – e desfraldando ao topo e com firmeza as nossas bandeiras vermelhas com a foice e o martelo; transbordantes de júbilo revolucionário e com o otimismo elevado, expressamos:
Nossa solene homenagem aos comunistas, combatentes e massas do Partido Comunista do Peru que, forjados com o aço mais puro, à imagem e semelhança do Presidente Gonzalo, na frágua ardente da guerra popular no Peru, uma vez convertidos em prisioneiros de guerra enfrentaram o mais infame genocídio cometido pelo velho Estado latifundiário-burocrático a serviço do imperialismo, principalmente ianque. Valor e coragem que apenas a guerra popular é capaz de gerar. Estampando imperecivelmente o dia 19 de junho como o Dia da Heroicidade!
Nos dias 18 e 19 de junho de 1986 o reacionário governo aprista, fascista e corporativo, encabeçado pelo genocida Alan García, desencadeou a mais proterva e negra operação de extermínio, mobilizando o Exército, a Marinha de Guerra, a Força Aérea e as forças policiais, sob o Comando Conjunto; extermínio, como parte de sua guerra contrarrevolucionária dirigida contra a pujante guerra popular, que foi clara resposta que consumou o mais infame genocídio, assassinando centenas de guerrilheiros e filhos do povo. Em cima de Alan Garcia, seu Conselho de Ministros, o Comando Conjunto, as forças armadas e policiais cairá para sempre o opróbrio inapagável que o povo não esquecerá e que somente ele sancionará.
Os combatentes da guerra popular, prisioneiros de guerra, desfraldando a consigna “A rebelião se justifica” lutaram heroica e corajosamente, selando um marco de heroicidade, valor e coragem que a história guardará como demonstração exemplar dos homens heroicos que apenas a guerra popular é capaz de gerar. O sangue derramado não afoga a revolução, mas sim a rega!
Esta é a ocasião propicia para reafirmarmos nossa firme posição sobre a situação internacional e nossas tarefas manifestadas em nossa última declaração, no dia 1º de maio, considerando as variações ocorridas na atual conjuntura.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

GREVE GERAL - COM CORTES DE VERBAS UNIR SÓ TEM RECURSOS PARA FUNCIONAR ATÉ JULHO

Reproduzimos nota do Moclate - Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação - recebido em nosso correio eletrônico



COM CORTES DE VERBAS UNIR SÓ TEM RECURSOS PARA FUNCIONAR ATÉ JULHO

Recurso liberado pelo MEC atende apenas 50% de orçamento de custeio da Universidade.


O anúncio da liberação de R$ 1 bilhão em crédito suplementar autorizados pelo Congresso Nacional para o Executivo utilizar na pasta do MEC, por meio de operações de crédito é insuficiente para manutenção das Universidades e Institutos Federais. O texto aprovado nesta terça-feira, 11 de junho, garante apenas quitar despesas discricionárias (como água, luz e manutenção). O corte de 7,4 bilhões da Pasta ainda está mantido.

Segundo Nota Informativa da Pró-Reitoria de Planejamento da UNIR a liberação de R$ 2.982.296,00 (dois milhões, novecentos e oitenta e dois mil, duzentos e noventa e seis reais) garantirá “despesas obrigatórias com contratos continuados (energia, água, vigilância, limpeza, telefonia)” o que representa “50% do orçamento de custeio, garantindo o funcionamento institucional até o final deste semestre”. Com férias em julho, o calendário do segundo semestre está comprometido e os acadêmicos correm o risco de ficar sem aula a partir de agosto e o semestre letivo não iniciar.

Em virtude dos cortes no orçamento da educação, acadêmicos, técnicos e estudantes da UNIR definiram cruzar os braços em uma greve de 24 horas na próxima sexta-feira. Segundo o Comando Unificado da UNIR, a greve do próximo dia 14 (sexta-feira) tem como pauta a defesa da educação pública, contra os cortes de verbas e contra a reforma da previdência. Uma programação extensa inclui um ATO UNIFICADO, convocada por sindicatos e o movimento estudantil (centros acadêmicos e grêmios), que ocorrerá às 08:00 da manhã na praça das 3 caixas d’água. Na parte da tarde a programação incluirá atividades de formação e debate na UNIR Centro e à partir das 17h ocorrerão atividades culturais. Segundo Carlos Henrique, estudante de pedagogia e integrante do Comando Unificado, “a proposta é um dia de protesto, formação e integração da comunidade universitária que visam chamar a atenção dos ataques que a educação vem sofrendo”. 

Para Estefani Morais, do Centro Acadêmico de Ciências Sociais, “é preciso se mobilizar e cobrar do governo federal mais investimentos na educação. Inúmeros centros acadêmicos já estão se mobilizando para parar a universidade”, afirma. Segundo o professor Marco Teixeira, professor do curso de história da UNIR, “é preciso que toda a sociedade se mobilize e se manifeste contra o governo, levando suas reivindicações em defesa da educação, da previdência pública e em defesa de outros direitos. Dia 14 estaremos nas ruas e é importante que cada cidadão e cidadã se mobilize”, conclui. Outras categorias como trabalhadores da educação da rede estadual e municipal, bancários e servidores públicos federais também aderiram à greve do dia 14.

Veja Nota Informativa da Pró-Reitoria de Planejamento da UNIR em http://www.unir.br/index.php?pag=noticias&id=26997

terça-feira, 11 de junho de 2019

Vale assassina e terrorista!

Republicamos cartaz de denúncia contra os crimes da Vale produzido pelo Comitê de Apoio e Solidariedade aos atingidos pelos crimes da Vale.






quinta-feira, 6 de junho de 2019

Alexandra Kollontai - Os Fundamentos Sociais da Questão Feminina [Extratos]

Publicamos a seguir, Os Fundamentos Sociais da Questão Feminina [extratos], de Alexandra Kollontai.  Esta grande Comunista defende e fundamenta a posição de classe do proletariado para o movimento de mulheres. 

 tradução retirada de: https://www.marxists.org/portugues/kollontai/1907/mes/fundamentos.htm  

 
Alexandra Kollontai

 

Os Fundamentos Sociais da Questão Feminina [Extratos]

Alexandra Kollontai

1907

Deixando os sábios burgueses extasiados no debate sobre a questão da superioridade de um sexo sobre o outro, ou o peso do cérebro e a comparação da estrutura psicológica de homens e mulheres, os seguidores do materialismo histórico aceitam plenamente as peculiaridades naturais de cada sexo e requerem apenas que cada pessoa, seja homem ou mulher, tenha uma verdadeira oportunidade para sua mais completa e livre autodeterminação, e um maior desenvolvimento e implementação de todas as suas capacidades naturais. Os seguidores do materialismo histórico rejeitam a existência de uma questão específica das mulheres separada da questão social geral da atualidade. Atrás da subordinação das mulheres se escondem fatores econômicos específicos, as características naturais têm sido um fator secundário neste processo. Apenas o desaparecimento completo desses fatores, só a evolução dessas forças que em algum momento no passado levaram à subordinação das mulheres, será capaz de influenciar e alterar fundamentalmente a composição social que ocupa atualmente. Em outras palavras, as mulheres só podem se tornar verdadeiramente livres e iguais apenas em um mundo organizado por novas linhas sociais e de produção.

terça-feira, 4 de junho de 2019

30M - Vídeo da queima de bandeiras do EUA e Israel

A seguir reproduzimos o vídeo publicado no site do Jornal A Nova Democracia com imagens da queima das bandeiras do EUA e Israel nas várias manifestações do 30M. Essas imagens demonstram o sentimento antiimperialista da juventude e povo brasileiro e o ódio contra o imperialismo ianque como maior inimigo dos povos do mundo e contra o Estado Sionista de Israel.

  

Fora EUA e seu capacho Guaidó da Venezuela!
Fora Ianques da América Latina!
 Povo do Iraque e Palestina, sua luta continua na América Latina!




Desafiar a Tradição - Ameaça Vermelha

Publicamos a seguir novo RAP do grupo combativo Ameaça Vermelha de São Paulo: Desafiar a tradição




Descrição do vídeo no youtube
Desafiar a tradição. (LETRA ABAIXO)
"No mundo de hoje, toda a cultura, toda a literatura e toda arte pertencem a classes determinadas e estão subordinadas a linhas politicas determinadas. Realmente não existe arte pela arte, nem arte que esteja acima das classes, uma arte que se desenvolve fora da politica ou independente desta.
A literatura e arte proletárias são uma parte do conjunto da causa revolucionária do proletariado; como dizia Lenin, elas constituem ' uma pequena roda dentada e um pequeno parafuso' da maquina geral da revolução."
- Mao Tse Tung, Intervenções nos Colóquios de Ienam sobre Literatura e Arte*

Ficha técnica:
Musica: Desafiar a Tradição
Artista: Ameaça Vermelha
Mix/Master: Megas Studio PAV
#RAPCOMBATIVOdeSP

Megas Studio: https://www.youtube.com/channel/UCI0BA5J6z3O8JzMaZBBwz4Q?pbjreload=10
LETRA:
Rap pra Revolução, faz ecoar o grito
Desafia a tradição, ameaça ao imperialismo
Cultura individualista agora está na nossa mira
Aponto o Rap Combativo e é certeira, a rima

O império nos ensina, e sempre ensinou
Odiar nossos iguais e amar ao opressor?
No centro de São Paulo, homenagem pra ditador
Estátuas de bandeirantes, ou de colonizador?

Os verdadeiros habitantes que a escola não lembrou
Indígena e quilombola, a história não acabou
Lembro de quem lutou, sempre a combater
Que a ditadura cultural do império tenta esquecer

A bandeira do A.V, pela cultura proletária
Cadê as homenagens pra quem morreu na batalha?
Desde Zumbi dos Palmares aos Combatentes do Araguaia!
Nossa memória não falha e vocês tem os seus heróis

Nós temos os nossos, vocês não calam a nossa voz!
O impacto é veloz, Revolução Cultural
Rap no combate à ideologia feudal!
Religião é o ópio, mantém adormecido

Mesmo se for pra rezar, tem que enfrentar o inimigo
Sem medo meu amigo, o rap quer falar contigo
O perigo, escondido, é a ideologia do inimigo
Querem um povo dividido, então eles produzem lixo

Bombardeiam a massa, mantém adormecido
Propagam individualismo, na novela, racismo
Propaganda, consumismo, te querem entorpecido
Sem opinião pra aceitar o genocídio

Sistema que é nocivo, é autodestrutivo
Pra nunca me esquecer disso, fiz um Rap Combativo!
Ameaça ta no grito, lutando pra manter vivo
Cultura popular, longe das garras do inimigo!

(A nossa arte vem do intimo profundo,
pra romper as correntes que nos prende ao velho mundo!
Viva a nossa arte que é intimo profundo!
Via onda sonora combatendo o velho mundo!)

Não esta no livro de história, quanto sangue foi ceifado
História oficial apaga os crimes do estado
Militante torturado, assassinado pelo Ustra
Bolsonaro é lambe-bota, filhote da ditadura

Pode usar censura pra tentar barrar o A.V
O rap trás a cura aí; GRCP!
Por uma Nova Cultura, por um caminho novo
Erguer uma escultura pros heróis do nosso povo!

Avisa lá pro 'Bozo', que chegará o momento,
As massas se preparam pro grande levantamento!
Violento é achar, que dá pra negar a guerra
A nova onda varrerá o imperialismo e suas idéias!

O rap combativo saúda a luta do proletariado internacional!
E desde já rufa os tambores da Revolução Cultural!
Ameaça Vermelha, desafiar a tradição!"

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