03/08/2021

Mais de 500 entidades democráticas e defensores dos direitos do povo assinam manifesto em defesa do acampamento Manoel Ribeiro e da Liga dos Camponeses Pobres e pela liberdade imediata dos camponeses presos

Reproduzimos Manifesto em Defesa do Acampamento Manoel Ribeiro e da Liga dos Camponeses Pobres e pela liberdade mediata dos camponeses presos  Assine você também o Manifesto!

RETIRADO DE: https://cebraspo.blogspot.com/2021/05/dezenas-de-entidades-democraticas-e.html

Mais de 500 entidades democráticas e defensores dos direitos do povo assinam manifesto em defesa do acampamento Manoel Ribeiro e da Liga dos Camponeses Pobres e pela liberdade imediata dos camponeses presos(Atualizado em 30/06)

02/08/2021

Vídeo: Viva a resistência dos camponeses do acampamento Manoel Ribeiro!

Assista ao vídeo publicado pelo portal Resistência Camponesa: 



Viva a resistência dos camponeses do acampamento Manoel Ribeiro!


LCP - “Voltaremos mais fortes e mais preparados!”

 

LCP -  “Voltaremos mais fortes e mais preparados!”

 

A seguir reproduzimos importantíssima nota da Liga dos Camponeses Pobres, por ocasião da retirada organizada do acampamento Manoel Ribeiro em Rondônia no final do mês de maio de 2021. Retirado de:  https://resistenciacamponesa.com/luta-camponesa/voltaremos-mais-fortes-e-mais-preparados/

 

 Voltaremos mais fortes e mais preparados!

 

Faixa hasteada no acampamentoo Manoel Ribeiro

No final de maio, nós, famílias do acampamento Manoel Ribeiro em Chupinguaia/RO, decidimos por unanimidade em nossa Assembleia Popular nos retiramos de forma organizada das terras da antiga fazenda Santa Elina (Nossa Senhora Aparecida) que ocupamos desde agosto de 2020. Tomamos essa decisão para evitar que ocorresse um novo massacre. Nos retiramos para voltar com mais força e mais organização e não sair mais! Toda a estrutura de organização e mobilização segue vigente e em funcionamento em nossa retirada e deslocamentos: A Assembleia Popular, o CDRA e todas as Comissões de trabalho.

Não nos faltou coragem para enfrentar a pistolagem e o governo marionete dos latifundiários ladrões de terra da União. Resistimos bravamente a todas as investidas covardes que fizeram contra nós. Enfrentamos ataques de todo tipo, e desde o início nunca nos deixaram trabalhar e viver em paz. Tanto a polícia como o bando de guaxebas (vários são policiais pagos pelo latifundiário Toninho Miséria) nunca deixaram de nos atacar, de nos fustigar e fazer ameaças de morte aos moradores da região.

LCP - Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

 

LCP - Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

 

A seguir reproduzimos importantíssima nota da Liga dos Camponeses Pobres, exigindo Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro.

 

 

Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

 


Na manhã do dia 14 de maio, policiais militares que ilegalmente cercam o acampamento Manoel Ribeiro atacaram covardemente 10 camponeses, atropelando e prendendo 4 acampados. Desde agosto de 2020, camponeses lutam por aquelas terras que são a última parte da antiga fazenda Santa Elina retomadas pelos camponeses. Foi nessas terras que pistoleiros e esta mesma polícia militar, a mando de latifundiários, aterrorizaram e torturaram centenas de camponeses, assassinaram 11 camponeses, inclusive a pequena Vanessa, de apenas 7 anos, em 1995, crimes que o atual secretário de segurança, coronel Hélio Cysneiros Pachá, o carniceiro de Santa Elina, teve papel destacado ao comandar (como capitão na época) tropa de assassinos que cometeram tais barbaridades. Há alguns meses o governo de Rondônia através dos seus aparatos policiais seguem atacando de forma sistemática as famílias do acampamento Manoel Ribeiro, cumprindo papel de guaxebas (pistoleiros) do latifúndio, e preparando novo massacre nas mesmas terras já tão encharcadas de sangue indígena e camponês.

Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

 

Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

 


O MFP – Movimento Feminino Popular tem desenvolvido em seus núcleos por todo o país a campanha pela liberdade imediata dos 4 camponeses Ezequiel, Luis Carlos, Estefane e Ricardo, do Acampamento Manoel Ribeiro em Rondônia. Os quatro camponeses estavam acampados junto à LCP – Liga dos Camponeses Pobres na luta pela última parcela da ex-fazenda Santa Elina, palco da histórica e heroica resistência de Corumbiara em 1995. Nos somamos às organizações democráticas do Brasil e de todo o mundo, que por meio de notas, cartazes, pichações e manifestações de todo o tipo se posicionam ao lado dos camponeses e camponesas do Brasil pelo seu sagrado direito à terra para quem nela trabalha, com a certeza de que este é o norte da luta revolucionária democrática no Brasil! 


Nos posts a seguir republicamos notas com notícias e fatos da campanha.

 


Abaixo a criminalização da luta pela terra! Fim das perseguições, prisões e processos!

Conquistar a terra, destruir o latifúndio!

Terra para quem nela trabalha!

Viva a Revolução Agrária, morte ao latifúndio!

Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro!

Só a Revolução Agrária entrega terra aos pobres do campo!

 

 

Viva os 35 anos do Dia da Heroicidade!

 Viva os 35 anos do Dia da Heroicidade!



Para celebrar o Dia da Heroicidade, página marcante da História de heroísmo de nossa classe em todo o mundo, escondida e falsificada pelos manuais de história da burguesia e pelos monopólios de imprensa, recorremos aos artigos dos órgãos da imprensa popular e democrática além de livros publicados pela Jornalista Rosana Bond que esteve no Peru nos anos de 1980 e pôde conhecer de perto a história de resistência e heroísmo dos revolucionários daquele país.

O Partido Comunista do Peru – PCP, chamado pejorativamente de Sendero Luminoso pelas classes dominantes, declarou com ações armadas do Exército Guerrilheiro Popular, dirigido pelo Partido e sua chefatura Presidente Gonzalo, no dia 17 de maio de 1980, o início da Guerra Popular, assumindo e aplicando a ideologia do marxismo-leninismo-maoismo-pensamento gonzalo.

Poucos anos depois do início da Guerra, em 19 de junho de 1986 a gerência fascista de Alan García assassinou cerca de 250 prisioneiras e prisioneiros políticos do Partido Comunista do Peru (PCP), nos cárceres de 3 ilhas: El Callao, Lurigancho e El Frontón, num dos mais sangrentos episódios de terrorismo de Estado já cometidos em cárceres sul-americanos.

Desde o início da Guerra Popular, o Partido Comunista do Peru, organização proletária revolucionária, passa a ser o maior e principal alvo de perseguições das forças repressivas do velho Estado Peruano. O Partido Comunista do Peru, em suas declarações, afirma desde sua reconstituição enquanto partido marxista-leninista-maoista, que seu objetivo é destruir o Poder que sustenta a semifeudalidade naquele país que impõe a miséria e morte à vida das massas populares, desenvolvendo a Revolução Democrática, o que significa destruir o latifúndio e distribuir as terras para os camponeses pobres e indígenas, desapropriar a grande burguesia serviçal do imperialismo e expulsar o imperialismo, principalmente norte-americano que expolia a nação peruana, construindo palmo a palmo o novo poder de Nova Democracia em direção ao Socialismo e a serviço da Revolução Proletária Mundial.

Assim, os decididos guerrilheiros do PCP trataram de desenvolver do campo à cidade a guerra revolucionária da classe. Com adesão popular cada vez maior à luta armada, os donos do poder naquele país passaram a tentar difamar de todas as formas o PCP e impôs todo o terrorismo de Estado e perseguição contra os militantes e massas populares dirigidos por essa organização.

O velho Estado Peruano, fez centenas de prisioneiras e prisioneiros políticos. Entretanto os militantes do PCP e do Exército guerrilheiro popular, transformavam essas prisões em Luminosas Trincheiras de Combate. Acreditavam que, sob as mais terríveis condições, sua ideologia era invencível. Nem a prisão nem a tortura eram capazes de dobrar a firmeza, tenacidade, ousadia daqueles combatentes que colocavam as suas vidas a serviço da luta do povo. A prisão era tão somente mais uma trincheira de luta e essas Luminosas Trincheiras de Combate demonstravam como era impossível, mesmo com todo aparato militar do mundo destruir a ideologia que carregavam aqueles combatentes.

A jornalista brasileira Rosana Bond relata em artigo publicado no jornal “A Nova Democracia”:

 

“… Pois cerca de um ano antes do ataque estive clandestinamente na ilha do Frontón, para fazer uma reportagem, e vi a capacidade admirável daquelas pessoas de transformar o horrível presídio perdido no meio do Pacífico (onde cacos de vidro e pedaços de ratos vinham misturados à comida) num lugar "habitável".

E mais: num lugar onde a revolução tinha seu curso, através da atitude.

01/05/2021

Jonal da Liga Operária para o dia do Internacionalismo Proletário.

A seguir, reproduzimos o material da Liga Operária por ocasião do Dia do Internacionalismo Proletário. Retirado do site da Liga Operária.

Viva o Dia do Internacionalismo Proletário!

Clique aqui para baixar o material da Liga em PDF.

Viva o 1º de Maio Classista e Combativo!

Nós da Liga Operária como parte do proletariado internacional, saudamos de forma efusiva, classista e combativa o dia de todos os trabalhadores do mundo. Viva o 1º de maio classista e combativo de 2021!
Saudamos o glorioso proletariado internacional, classe mais avançada da história, cuja vicissitude é a criação de uma nova sociedade, sem opressão e exploração do homem pelo homem. Saudamos, pelo nosso glorioso dia, as massas oprimidas de todo o mundo: as massas operárias, camponesas, indígenas, quilombolas e de mulheres, que lutam contra o julgo da opressão.
Saudamos os povos e nações oprimidas que resistem bravamente aos ataques e investidas das potências e superpotência imperialistas, principalmente ianque, nos frontes das Guerras de Libertação Nacional na Palestina, Síria, Afeganistão, Iraque e povos do Oriente Médio e Norte da África. Saudamos as massas organizadas e dirigidas pela vanguarda proletária e suas direções que lutam com Guerra popular no Peru, Índia, Turquia e Filipinas. Afirmamos: as massas são todo poderosa e que organizadas e dirigida por uma vanguarda revolucionária são capazes de destruir esse velho sistema de exploração e opressão e construir a Nova Sociedade, mais justa e igualitária.
Saudamos e prestamos nossos mais sinceros sentimentos as massas que tem sofrido os efeitos nefastos das políticas imperialistas em todo o mundo, que com a pandemia do coronavírus foi levado a genocídio geral nas nações e povos oprimidos.
Nos somamos às iniciativas de elevar o protesto popular, pois somente em luta podemos desvelar o verdadeiro caráter de classe do capitalismo, identificar claramente nossos inimigos e nos unificarmos nas consignas: “Proletários de todo mundo, uni-vos!” e “façamos nós com nossas próprias mãos tudo o que a nós nos diz respeito”. Desfraldando, defendendo e aplicando o classismo, pois nossa classe é uma só, não apenas categorias, por isso superamos as divisões que nossos inimigos querem nos impor e nos identificamos enquanto trabalhadores, predicamos também a combatividade pois a conciliação oportunista se constituiu, na história, o perigo principal de nossa luta.
Uma vez mais saudamos a todos os heróis e heroínas do nosso povo que verteram o seu generoso sangue na luta contra toda a exploração e opressão com efusiva reverência aos operários assassinados, nas jornadas do 1º de maio de 1886 em Chicago – USA, por lutarem por melhores condições de vida e trabalho, avivando a chama da luta operária por uma nova sociedade, marco histórico desta data. Heroísmo que avermelhou ainda mais a gloriosa bandeira da luta dos trabalhadores e povos oprimidos de todo o mundo.
Em todas as nossas lutas classistas e combativas, levamos altivamente o grande exemplo dos companheiros: Albert Parsons, Louis Lingg, Adolf Fischer, George Engel, August Spies, Michael Schwab, Samuel Fielden e Oscar Neebe (na imagem abaixo), que sempre estão presentes na luta! Sigamos seus exemplos, organizemo-nos e tomemos em nossas mãos o nosso destino!

Albert Parsons, Louis Lingg, Adolf Fischer, George Engel, August Spies, Michael Schwab, Samuel Fielden e Oscar Neebe

Viva o internacionalismo proletário!

Viva os 22 anos da Vila Bandeira Vermelha!

Viva os 22 anos da Vila Bandeira Vermelha!

No último dia 25 de abril, os moradores da Vila Bandeira Vermelha, em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, realizaram junto ao Comitê Sanitário de Defesa Popular da Vila, ao LPM  Luta Popular pela Moradia e ao MCP  Movimento das Comunidades Populares, uma vigorosa celebração dos 22 anos da jornada de luta, resistência e autodefesa ativa que lhes deu a conquista de suas moradias.
Em meio ao terrorismo do governo militar genocida de Bolsonaro e generais e do monopólio de imprensa com sua propaganda de fique em casa, isolamento social, etc., os moradores decidiram ir para a praça, cuidando das condições sanitárias, e celebrar sua luta reforçando que, para enfrentar toda a situação de miséria, penúria, desemprego e matança de pobres é necessário reforçar a mobilização e a luta do povo.

No dia 26 de abril de 1999, 200 famílias organizadas e dirigidas pelo LPM e pelo MCL (Movimento das Comissões de Luta  nome que à época tinha o MCP), empreenderam  uma feroz resistência ao aparato repressivo do velho Estado, resistindo a uma ordem de despejo favorável a prefeitura da cidade de Betim então administrada por Jesus Lima/PT cumprida pela polícia militar que, com mais de 600 homens armados até os dentes, tentavam expulsar as famílias acampadas que lutavam por moradia. Chegaram com tratores e atirando nas famílias. Nessa batalha tombaram assassinados os companheiros Elder e Erionídes, jovens operários que combatiam firmes e decididos pelo direito à moradia e foram alvejados pela PM. Ao contrário de esmagar a luta das famílias, essas se mantiveram irredutíveis na decisão de não sair do terreno até a conquista das casas. Foram mais de 30 dias de cerco ao acampamento, com repercussão nos monopólios de imprensa  no país, tentando criminalizar aquela luta, acusando de terroristas as massas e direção do acampamento, apavorados que a canalha estava  com o nível de decisão, politização, organização e autodefesa das massas. Essa jornada de lutas desmascarou o oportunismo do PT que fingia defender o povo para ganhar votos e à época estava na prefeitura de Betim, com o sr. Jésus Lima, e foi responsável pela ordem de repressão às famílias e o assassinato dos companheiros. Mesmo com toda reação, governos, monopólio de imprensa e repressão contra o povo, a luta foi vitoriosa e pois os acampados conquistaram sua moradia e fundaram a Vila Bandeira Vermelha.
Para celebração dos 22 anos, foram semanas de preparação para o ato que se realizou na Praça Elder e Erionídes. Um painel foi pintado no muro da praça simbolizando a resistência das famílias, várias atividades com as crianças foram realizadas como produção de pipas e mobilização para um coral. Os moradores foram mobilizados para a limpeza da praça, as mulheres preparam um bolo para o lanche da atividade e o Comitê Sanitário de Defesa Popular trabalhou para garantir as condições sanitárias em meio à pandemia. Também participaram do ato celebrativo representantes da Frente Revolucionária de Defesa dos direitos do Povo, Liga Operária, LCP  Liga dos Camponeses Pobres, MFP  Movimento Feminino Popular, UV/LJR  Unidade Vermelha/Liga da Juventude Revolucionária, MEPR  Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MOCLATE  Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação e Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção  Marreta.

A celebração se iniciou com o canto dA Internacional, o hino internacional do proletariado, como reafirmação das melhores tradições da luta do povo, assim como era entoado nos dias de acampamento pela Assembleia Popular. O MCP fez uma intervenção lembrando como a massa organizada tem condição de conquistar suas necessidades e que devemos retomar essa experiência para seguir na luta. Um dirigente do LPM, destacou a importância daquela luta e como dirigidas por uma linha proletária justa as massas elevam sua organização e consciência exercendo sua justa violência pra conquistar seus direitos. Relembrou ainda os momentos da Assembleia Popular em que as massas decidiam tudo dentro do acampamento inclusive de resistir e de não recuar até a conquista das casas.

A exibição do vídeo produzido pelo LPM com imagens da época foi um momento marcante da atividade, onde os moradores se reconheciam nas imagens do acampamento, adultos que na época eram crianças cantando no coral. Todos vibraram de alegria e comentavam da saudade que tinham daquele momento de luta e trabalho coletivo. Muitos dos moradores gritavam as palavras de ordem entoadas no acampamento Nem que a coisa engrossa, essa terra é nossa! e demais canções populares e revolucionárias que apareciam no vídeo.
 
Para homenagear os Heróis do Povo Brasilerio Elder e Erionides as crianças entraram cantando a música Combatentes da Vila Bandeira Vermelha. Os movimentos e organização de luta presentes saudaram a atividade e chamaram o povo para lutar por seus direitos, principalmente hoje a vacinação geral para o povo. O MFP participou orgulhoso da atividade e destacou a participação das mulheres que atuaram na linha de frente, mesmo da direção do acampamento, na autodefesa e comissões de alimentação, creche, educação, propaganda e informação, demonstrando combatividade e decisão de lutar com seus filhos no colo, contrariando todos aqueles que duvidam da capacidade de organização, politização e liderança das mulheres do povo. Convocou as mulheres a se organizarem ainda mais e impulsionar o Comitê Sanitário de Defesa Popular pra seguir a luta.

A Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo fez um pronunciamento saudando a luta daquelas massas, afirmando que a luta é feita de muitas lutas e que batalha da Bandeira Vermelha é um marco na luta do povo brasileiro, pois provou que só unidos e muitos organizados, utilizando de sua justa violência e dirigidos por uma justa linha proletária podemos vencer. Afirmou que a conquista das casas é muito importante, mas que não conquistamos ainda o nosso maior direito, uma sociedade sem exploradores. Denunciou esse governo militar genocida de Bolsonaro e generais, que não fez nada para proteger o povo do vírus, fez propaganda de que a COVID era gripezinha, sabontando a vacinação em massa e hoje vivemos o terrorismo de quase 4 mil mortes por dia no Brasil.  Afirmou a necessidade da revolução para destruir esse sistema, esse bando de sangue-sugas, de que o Brasil precisa de uma Revolução de Nova Democracia que dê o poder para o Povo. Que para isso precisamos de um verdadeiro e autêntico Partido Comunista pra dirigir as massas.

Como encerramento do ato, os companheiros da Liga dos Camponeses Pobres fizeram uma intervenção chamando todos os moradores a defenderem o Acampamento Manoel Ribeiro, nas terras da antiga Fazenda Santa Elina regadas com o sangue camponês na heroica resistência de 1995, do cerco policial. O chamado foi prontamente atendido pelos moradores produzindo um vídeo ( ASSISTA ) com uma faixa defendendo a vida e luta pela terra dos companheiros do acampamento e a Liga dos Camponeses Pobres.

VIVA OS 22 ANOS DA VILA BANDEIRA VERMELHA!
ELDER E ERIONÍDES, PRESENTES NA LUTA!
Vacina para o povo já!
Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro e generais!

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