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25/05/2019

Nem Bolsonaro e nem Mourão! Fora Forças Armadas reacionárias!


Reproduzimos a seguir os dois últimos editoriais do jornal A Nova Democracia. Consideramos um importante material de esclarecimento sobre a situação política nacional para ser estudado por todo o movimento popular.
Editorial - Derrotar a ofensiva da reação plano por plano 
 
Ano XVII, nº 222 - 2ª quinzena de Abril e 1ª de Maio de 2019

As “reformas” reacionárias antipovo foram lançadas; as políticas de ajuste do capital financeiro imperam; não bastasse a matança policial, as tropas do Exército atiram contra o povo; o presidente em pessoa se encarrega dos atos de servilismo ao imperialismo. Esses são fatos da ofensiva contrarrevolucionária preventiva de quem semeia ventos.

Tal ofensiva tomou a forma de golpe militar de Estado passo a passo. Foi planificada quando das grandes revoltas populares de 2013/14 e deu seu primeiro passo ocultado pela chamada “Operação Lava-jato”. Esta, como meio de salvar do descrédito e da desmoralização as instituições deste velho Estado latifundiário-burocrático, buscava fazer uma faxina nas cúpulas dos partidos oficiais no governo e de sua base. Contudo, ela só fez agravar a crise política, expressando a luta aguda entre os grupos de poder das frações das classes dominantes locais de grandes burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo, principalmente ianque.

06/03/2019

Governo latifundista, antioperário, obscurantista e vende-pátria


Governo latifundista, antioperário, obscurantista e vende-pátria

Boletim do MFP - Movimento Feminino Popular. Março/2019.

A profunda crise econômica, política, moral, social e militar que se desenvolve em nosso país está longe de ser sanada com a conformação de um governo tutelado pelos altos mandos das forças armadas reacionárias e sufragado pela farsa eleitoral. Demonstrando seu caráter de classe, serviçal do imperialismo, principalmente ianque, da grande burguesia e do latifúndio, o governo Bolsonaro tem pressa em aplicar medidas de subjugação nacional bem como de exploração e opressão contra as massas populares. Este governo expressa a conformação de um regime de ofensiva reacionária que tem verdadeiro ódio contra as massas populares.
 
Juventude combatente marcha junto com as mães contra a intervenção militar e  o genocídio do povo pobre e negro Rio de Janeiro/RJ - AGO 2018
A primeira medida de Bolsonaro ao iniciar o seu governo foi a de arrochar ainda mais o salário-mínimo já tão miserável. Como não precisa mais de se preocupar em aprovar a tão abominável “reforma” trabalhista-sindical, já em implementação, avança para a aprovação da famigerada “reforma da previdência”, ou seja, a destruição da Previdência Social pública para se impor o sistema privado de pensão e seguridade que os bancos exigem. Seu “superministro” da justiça e segurança pública Sérgio Moro, com seu “pacote anticrime”, longe de querer punir aqueles que sangram os cofres públicos de nosso país todos os dias, tem o verdadeiro objetivo de criminalizar e reprimir a luta popular e revolucionária. Para cumprir suas promessas de campanha, de criminalizar e reprimir a luta pela terra, favorecendo os grandes latifundiários desse país, Bolsonaro colocou como chefe do INCRA mais um general, para comandar as seguidas chacinas contra aqueles que lutam pelo sagrado direito à terra para trabalhar. Seu ministro da educação não teve menor rubor na face ao declarar que “universidade não é para todos, é para uma elite intelectual”. O discurso reacionário chega a culpar pelo desastre do ensino público no país os professores das escolas públicas, acusando-os de uma suposta “doutrinação marxista”. Professores que trabalham nas piores condições e com salários miseráveis. A intervenção militar no Rio de Janeiro segue a matança de pobres nas favelas, e os militares com carta branca para cometerem todo tipo de atrocidade contra o povo, entre outras medidas.

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