Mostrando postagens com marcador Venezuela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Venezuela. Mostrar todas as postagens

06/03/2019

Frente a agressão imperialista avançar a luta pela libertação nacional



Frente a agressão imperialista avançar a luta pela libertação nacional

Boletim do MFP - Movimento Feminino Popular. Março/2019.
A agressão ianque à Venezuela está em marcha através da imposição de um presidente fantoche, o agente ianque Juan Guaidó. Essa provocação e agressão visa, além de aprofundar a exploração naquele país, criar uma situação de conflito para justificar e incrementar a militarização em toda a América Latina, avançando no intento de estabelecer uma base militar no Brasil e desatar uma verdadeira guerra de rapina em nosso continente.
 
Pichação anti-imperialista em Montes Claros/MG
O imperialismo ianque e seus lacaios, os governantes da maioria dos países latino-americanos, se aproveitam do fracasso do falso socialismo do século XXI de Chaves-Maduro. Na verdade este é um governo dos generais, representantes da fração burocrática da grande burguesia venezuelana. A operação golpista encabeçada por políticos representantes da fração compradora da grande burguesia (Leopoldo e Guaidó) avançou a partir dos bloqueios econômicos contra o país que o desabasteceu de gêneros de primeira necessidade e medicamentos, além do incremento de provocações e distúrbios internos e externos para criar opinião pública favorável à intervenção militar “salvadora”, já tão conhecida dos povos latino-americanos. Foi este o objetivo fracassado do “dia D de ajuda humanitária”, dia D da demagogia e da provocação covarde. Essas são manobras para jogar areia nos olhos da opinião pública mundial e do povo venezuelano e justificar a intervenção. O que querem é aumentar o saqueio das riquezas naturais daquele país, através de impor o regime de monopólio colonial do capital financeiro ianque. Mais ainda, envolver os países vizinhos, como o Brasil, em suas agressões militares, criar distúrbios na região para justificar o estabelecimento de suas bases militares em mais países latino-americanos em seus planos de dominação na nova luta de repartilha entre os imperialistas para fazer frente a crise geral e profunda do capital.

Notícias recentes

11 de janeiro: viva Helenira Resende!

No destaque, Helenira Resende durante congresso da UNE em São Paulo   No último dia 11 de janeiro celebramos, com ardor revolucion...

Mais lidas da semana