quinta-feira, 21 de março de 2019

MFP celebra 8 de março na Unifesp - Guarulhos- SP



O Movimento Feminino Popular (MFP) celebrou, no dia 13/03, o Dia Internacional da Mulher Proletária em um auditório da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Participaram cerca de 30 pessoas.
Uma companheira, representando o MFP, saudou as heroínas do proletariado – militantes comunistas e combatentes do Brasil e do mundo que tombaram na luta pela Revolução. Entre as heroínas – ressaltou a representante do MFP – destaca-se a dirigente Sandra Lima, fundadora do MFP e dirigente da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo falecida em 27 de julho de 2016.
A militante do MFP destacou ainda a origem do dia 8 de Março, ressaltando o caráter de classe da mesma. O MFP saudou ainda as mulheres combatentes das guerras populares no Peru, Índia, Filipinas e Turquia.
Aprofundando sobre a situação política nacional e internacional, fez a defesa do povo venezuelano e de sua luta anti-imperialista contra a agressão do imperialismo ianque, colocando que “é preciso mais do nunca o povo venezuelano responder energicamente a agressão imperialista e defender sua nação”. Sobre a crise política, econômica, social, ética e militar que vivemos no Brasil, hoje governado por militares capachos do imperialismo que pretendem a todo custo cortar os direitos do povo, defendeu em alto e bom som a consigna “Greve Geral de Resistência Nacional” como única forma do povo brasileiro defender a previdência social e se colocar de forma contundente contra a dominação ianque.
Destacando que a opressão sobre a mulher das classes populares – como de todas as mulheres – só terá fim com a Revolução, a representante do MFP convocou: “O triunfo dessa revolução depende diretamente da participação das mulheres do povo, organizadas em poderoso Movimento Feminino Popular para impulsionar ainda mais a participação decisiva das mulheres nas lutas pela revolução”.
Ao fim, as companheiras decidiram por conformar um núcleo do MFP na universidade, o que certamente servirá de grande impulso para a luta.

Viva o Movimento Feminino Popular!
Despertar a fúria revolucionária da mulher!

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