26/03/2019

Cartilha - Cadeia para os torturadores e criminosos do regime militar!



Publicamos a seguir cartilha elaborada pelo MFP em 2011 para campanha que levantamos na ocasião pela punição para os criminosos, civis e militares, mandantes e executores de torturas, assassinatos e desaparecimentos forçados do regime militar de 1964-1985. A cartilha foi amplamente utilizada nos núcleos do movimento como formação política e impulsionou dezenas de manifestações, debates, denúncias e atividades de propaganda.


Cadeia para os torturadores e criminosos do regime militar!



I – Apresentação





O MFP – Movimento Feminino Popular está levantando uma importante campanha pela punição dos criminosos – mandantes e executores de torturas, assassinatos e desaparecimentos forçados – do Regime Militar, somando forças com os familiares e organizações que nunca desistiram dessa causa. Para que possamos defender esta causa com um maior entendimento por todas as companheiras escrevemos esta cartilha. Essa luta, além do mais, serve à elevação da consciência política de todo nosso povo.

Este é um problema que afeta terrivelmente não só o passado de centenas e até milhares de pessoas no Brasil, mas o presente e o futuro de todo nosso povo. Com esta Cartilha vamos demonstrar isto e contribuir para levantar um grande movimento nacional pela punição dos criminosos do Regime Militar. Para isto a cartilha deve ser utilizada como material de estudo constante e também de propaganda do movimento.

Desde o início desta luta, as mulheres tiveram papel decisivo na mobilização e pela pressão tiveram importantes conquistas. Nosso dever é encampar esta luta do povo brasileiro, e que faz parte da luta por justiça, democracia e pela transformação de nossa sociedade.

Para fazer uma exposição esclarecedora sobre a questão é necessário remontar à história recente do país, do processo político nacional marcado por regimes fascistas, à luta de nosso povo por uma verdadeira democracia. Apesar de toda riqueza natural que possui e de uma certa industrialização, o Brasil segue sendo um país atrasado cuja imensa maioria da população é muito pobre frente uma brutal concentração de renda por uma ínfima minoria. As crises econômicas são crônicas com desemprego massivo, salários arrochados e os sistemas públicos de saúde e educação extremamente precários. Tudo isto tem uma base e causa histórica da dominação estrangeira secular. A dominação imperialista segue subjugando a Nação e espoliando o povo, mantendo o país na condição semicolonial e semifeudal. Este sistema em que uma grande burguesia unida ao latifúndio a serviço da dominação imperialista determina a natureza do Estado e a situação geral da sociedade.

25/03/2019

Viva os 97 anos da fundação do Partido Comunista do Brasil!

Hoje, 25 de março, completam-se 97 anos da fundação do Partido Comunista do Brasil. Saudamos esta data e rendemos nossas orgulhosas homenagens a todos os herois e heroínas que na história do Brasil derramaram seu sangue e deram suas vidas por um Novo Brasil, servindo à Revolução Proletária Mundial. A seguir, reproduzimos o artigo Saudemos o 25 de março de 1922 do professor Fausto Arruda, publicado no Jornal A Nova Democracia em duas partes no ano de 2008. Ainda recomendamos a leitura do livro Problemas da História do Partido Comunista do Brasil publicado pelo Grupo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoismo, disponível na loja virtual do jornal A Nova Democracia. 
Delegados que participaram da fundação do Partido Comunista do Brasil (PCB) em 1922


Saudemos o 25 de março 

Primeira Parte 


(Também disponível em: <https://anovademocracia.com.br/no-41/1568-saudemos-o-25-de-marco-de-1922#n1>).


"Já faz algum tempo que no dia 25 de março algumas organizações políticas, entre grandes e pequenas, apressam-se em celebrar a fundação do Partido Comunista do Brasil. Essas organizações comumente reivindicam como sua essa data histórica do proletariado e massas populares brasileiras. Pelas posições ideológico-políticas e a prática da maioria dessas organizações não há identidade alguma com o grandioso propósito dos fundadores do partido. Tampouco há identidade com a devoção e abnegação de tantos militantes de base que honradamente se dedicaram totalmente ao partido. Também e, menos ainda, pode haver identidade com os heróicos combatentes do Levante Popular de 35, da gloriosa Guerrilha do Araguaia e de tantos outros que verteram seu sangue, no combate aberto ou dentro dos cárceres e na tortura, doando generosamente sua vida à causa proletária. Dessas organizações só há mesmo identidade com as posições oportunistas, reformistas e revisionistas que por períodos inteiros predominaram na direção do partido e com os episódios negros de traição ao proletariado e de capitulação que tiveram lugar na sua direção fazendo-o sucumbir. As posições de ditas organizações são nada mais que a versão atualizada daquelas podres concepções.

21/03/2019

MFP celebra 8 de março na Unifesp - Guarulhos- SP



O Movimento Feminino Popular (MFP) celebrou, no dia 13/03, o Dia Internacional da Mulher Proletária em um auditório da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Participaram cerca de 30 pessoas.
Uma companheira, representando o MFP, saudou as heroínas do proletariado – militantes comunistas e combatentes do Brasil e do mundo que tombaram na luta pela Revolução. Entre as heroínas – ressaltou a representante do MFP – destaca-se a dirigente Sandra Lima, fundadora do MFP e dirigente da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo falecida em 27 de julho de 2016.
A militante do MFP destacou ainda a origem do dia 8 de Março, ressaltando o caráter de classe da mesma. O MFP saudou ainda as mulheres combatentes das guerras populares no Peru, Índia, Filipinas e Turquia.

Celebração do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora em São Paulo


O Movimento Feminino Popular (MFP) realizou uma vigorosa celebração por ocasião do Dia Internacional da Mulher Proletária (8 de março) em uma região da periferia de São Paulo, no dia 06/03.

A celebração tomou a forma de sarau e contou com a presença de diversas organizações populares como o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR) e o Comitê de Apoio ao AND da região.

20/03/2019

Saudamos de efusivamente as celebrações do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora deste ano em todo o mundo.

O 8 de março, Dia Internacional da Mulher Trabalhadora foi celebrado em todas as partes do mundo por movimentos que levantam a necessidade da organização das mulheres dentro da luta de classes e apontam que só é possível a emancipação feminina pela via da revolucionária do proletariado.

A seguir, publicamos algumas imagens do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora em todo o mundo. Clique nas imagens para acessar as fontes da notícia.

Equador


https://vnd-peru.blogspot.com/2019/03/fdlp-ecuador-8-de-marzo-de-2019-viva-el.html

México


https://vnd-peru.blogspot.com/2019/03/corriente-del-pueblo-sol-rojo-de-oaxaca.html


https://vnd-peru.blogspot.com/2019/03/corriente-del-pueblo-sol-rojo-de-oaxaca.html


Índia - Liberdade para Ajith!


O MFP - Movimento Feminino Popular se soma a campanha pela liberdade imediata para o preso político do Estado reacionário indiano, camarada Ajith. A seguir, reproduzimos cartaz da campanha que está sendo divulgado em várias línguas em todo o mundo e o comunicado do Comitê de Apoio a Guerra Popular na Índia, Áustria. A tradução para o português foi retirada do site do CEBRASPO - Centro Brasileiro de Solidariedade aos povos. (https://cebraspo.blogspot.com/2019/03/india-campanha-pela-liberdade-imediata.html#more)

 

Proletários de todos os países e povos oprimidos, uni-vos!

Liberdade para Ajith! Apoie a Guerra Popular na Índia!


“A Guerra Popular tem agora se elevado a posição de polo revolucionário reorganizado por todo o país, polo este que se firma em total oposição ao polo contrarrevolucionário das classes dominantes e do imperialismo. As classes dominantes, que até recentemente a estavam negligenciando e subestimando, agora são forçadas a reconhece-la como a maior ameaça interna que eles enfrentada”.
– Partido Comunista da Índia (M-L) Naxalbari: “Mensagem à Conferência Internacional de Apoio à Guerra Popular na Índia, Hamburgo”

“A prisão do camarada Murali [Ajith] em particular é uma das maiores perdas sofridas por nosso Partido e Comitê Central”
– Comitê Central do Partido Comunista da Índia (maoísta): Declaração de 16/05/2015

A Índia não é, como os imperialistas gostam de proclamar, a “maior democracia do mundo”, e sim a masmorra [prisão], de proporções enormes, do nosso povo. O imperialismo norte-americano, bem como alguns imperialistas europeus, comanda a Índia através do capitalismo burocrático e também conserva largamente o feudalismo. O fato de os imperialistas estarem falando de “democracia”, em face ao genocídio perpetrado diariamente na Índia, a miséria de incontáveis camponeses, o sistema de castas, o assassinato de mulheres, o genocídio dos povos Advasi e diversos outros exemplos, mostra claramente o que os imperialistas querem dizer quando falam de “democracia”. A pilhagem e a opressão das massas da Índia são inflamadas por numerosas resistências, por múltiplas lutas: movimentos de militantes camponeses, luta do povo contra as estações de energia nuclear e a repressão, lutas de libertação nacional e grandes greves de trabalhadores mostram isso para as forças progressistas e anti-imperialistas de todo o mundo. Isso é, entretanto, a “grande ameaça à segurança interna da Índia”, como o governo indiano descreveu a Guerra Popular, liderado pelo Partido Comunista da Índia (maoísta). O PCI (maoísta) lidera a Guerra Popular e a Revolução de Nova Democracia, que esmaga o velho aparato estatal e traz a libertação das amarras do imperialismo.

16/03/2019

RJ - Pichações em celebração do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora

A seguir, publicamos pichações realizadas em celebração ao dia Internacional da Mulher Trabalhadora na Zona Norte do Rio de Janeiro. As fotos foram tiradas nos bairros de Piedade, Engenho de Dentro e Cachambi.

DESPERTAR A FÚRIA REVOLUCIONÁRIA DA MULHER! 

SEMINÁRIO: Marxismo e Questão Feminina - UNIR Universidade Federal de RondôniaRO

 
No Último dia 14 de março, o MFP participou do Seminário Marxismo e Questão Feminina, organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas  "História, Sociedade e Educação no Brasil" – HISTEDBR/UNIR em conjunto com a Executiva Rondoniense de Estudantes de Pedagogia – ExROEPe.
O Seminário teve a palestra da Professora Doutora Marilsa Miranda de Souza (PPGE/UNIR) seguida de debate acerca da relação entre a teoria Marxista e Questão Feminina. O evento, celebrou o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora (08 de Março), e se propôs, entre outras temáticas, a relacionar a origem e o histórico da opressão feminina, bem como problematizar as lutas atuais acerca da emancipação da mulher e das relações de exploração existentes na sociedade de classes. Na abertura do evento a expositora saudou a memória da dirigente fundadora do MFP, Sandra Lima, da militante do MEPR, Remis Carla, assassinada em 2017 e da vereadora Marielle Franco, em razão de nesse dia estar fazendo um ano de seu assassinato no Rio de Janeiro.
A exposição, além de elucidar a concepção marxista sobre a Questão Feminina, delimitou campo e apresentou diferenciações entre as correntes do feminismo burguês e pós-moderno.
O seminário contou com cerca de 170 participantes, a maioria, jovens estudantes universitários e secundaristas, que lotaram as dependências do Auditório da UNIR-Centro (prédio da reitoria da Universidade Federal), espaço que ficou pequeno para um público ávido por compreender a temática sobre a perspectiva Marxista. Também esteve presente a Pró-Reitora de Extensão Universitária, Prof.ª Marcele Regina Nogueira Pereira, que saudou os presentes conclamando a necessidade de discutir de forma mais ampla esta temática.
Diversas organizações estiveram presentes, entre elas o Movimento Feminino Popular – MFP, Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR, Centros Acadêmicos e Organizações de Mulheres. O Comitê do AND – realizou exposição de materiais de propaganda e edição atual de A Nova Democracia e ativistas da LCP realizaram panfletagem denunciando a invasão de terras indígenas. O MFP realizou uma intervenção contundente acerca da luta da mulher trabalhadora frente as medidas anti-povo e vende-pátria do gerenciamento bolsonarista, além da divulgação de seu boletim informativo sobre o 08 de março. Muitos estudantes expuseram seus questionamentos e dúvidas no debate ao mesmo tempo em que compartilharam seus anseios em torno da superação das relações de opressão vivenciadas em seu cotidiano. Ao final de sua exposição, a palestrante conclamou à todos os presentes à mobilizar-se na construção da Greve Geral de Resistência Nacional, defendendo a posição classista de mulheres e homens da classe trabalhadora, para barrar os ataques aos direitos do povo.



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