sábado, 1 de maio de 2021

Jonal da Liga Operária para o dia do Internacionalismo Proletário.

A seguir, reproduzimos o material da Liga Operária por ocasião do Dia do Internacionalismo Proletário. Retirado do site da Liga Operária.

Viva o Dia do Internacionalismo Proletário!

Clique aqui para baixar o material da Liga em PDF.

Viva o 1º de Maio Classista e Combativo!

Nós da Liga Operária como parte do proletariado internacional, saudamos de forma efusiva, classista e combativa o dia de todos os trabalhadores do mundo. Viva o 1º de maio classista e combativo de 2021!
Saudamos o glorioso proletariado internacional, classe mais avançada da história, cuja vicissitude é a criação de uma nova sociedade, sem opressão e exploração do homem pelo homem. Saudamos, pelo nosso glorioso dia, as massas oprimidas de todo o mundo: as massas operárias, camponesas, indígenas, quilombolas e de mulheres, que lutam contra o julgo da opressão.
Saudamos os povos e nações oprimidas que resistem bravamente aos ataques e investidas das potências e superpotência imperialistas, principalmente ianque, nos frontes das Guerras de Libertação Nacional na Palestina, Síria, Afeganistão, Iraque e povos do Oriente Médio e Norte da África. Saudamos as massas organizadas e dirigidas pela vanguarda proletária e suas direções que lutam com Guerra popular no Peru, Índia, Turquia e Filipinas. Afirmamos: as massas são todo poderosa e que organizadas e dirigida por uma vanguarda revolucionária são capazes de destruir esse velho sistema de exploração e opressão e construir a Nova Sociedade, mais justa e igualitária.
Saudamos e prestamos nossos mais sinceros sentimentos as massas que tem sofrido os efeitos nefastos das políticas imperialistas em todo o mundo, que com a pandemia do coronavírus foi levado a genocídio geral nas nações e povos oprimidos.
Nos somamos às iniciativas de elevar o protesto popular, pois somente em luta podemos desvelar o verdadeiro caráter de classe do capitalismo, identificar claramente nossos inimigos e nos unificarmos nas consignas: “Proletários de todo mundo, uni-vos!” e “façamos nós com nossas próprias mãos tudo o que a nós nos diz respeito”. Desfraldando, defendendo e aplicando o classismo, pois nossa classe é uma só, não apenas categorias, por isso superamos as divisões que nossos inimigos querem nos impor e nos identificamos enquanto trabalhadores, predicamos também a combatividade pois a conciliação oportunista se constituiu, na história, o perigo principal de nossa luta.
Uma vez mais saudamos a todos os heróis e heroínas do nosso povo que verteram o seu generoso sangue na luta contra toda a exploração e opressão com efusiva reverência aos operários assassinados, nas jornadas do 1º de maio de 1886 em Chicago – USA, por lutarem por melhores condições de vida e trabalho, avivando a chama da luta operária por uma nova sociedade, marco histórico desta data. Heroísmo que avermelhou ainda mais a gloriosa bandeira da luta dos trabalhadores e povos oprimidos de todo o mundo.
Em todas as nossas lutas classistas e combativas, levamos altivamente o grande exemplo dos companheiros: Albert Parsons, Louis Lingg, Adolf Fischer, George Engel, August Spies, Michael Schwab, Samuel Fielden e Oscar Neebe (na imagem abaixo), que sempre estão presentes na luta! Sigamos seus exemplos, organizemo-nos e tomemos em nossas mãos o nosso destino!

Albert Parsons, Louis Lingg, Adolf Fischer, George Engel, August Spies, Michael Schwab, Samuel Fielden e Oscar Neebe

Viva o internacionalismo proletário!

Viva os 22 anos da Vila Bandeira Vermelha!

Viva os 22 anos da Vila Bandeira Vermelha!

No último dia 25 de abril, os moradores da Vila Bandeira Vermelha, em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, realizaram junto ao Comitê Sanitário de Defesa Popular da Vila, ao LPM  Luta Popular pela Moradia e ao MCP  Movimento das Comunidades Populares, uma vigorosa celebração dos 22 anos da jornada de luta, resistência e autodefesa ativa que lhes deu a conquista de suas moradias.
Em meio ao terrorismo do governo militar genocida de Bolsonaro e generais e do monopólio de imprensa com sua propaganda de fique em casa, isolamento social, etc., os moradores decidiram ir para a praça, cuidando das condições sanitárias, e celebrar sua luta reforçando que, para enfrentar toda a situação de miséria, penúria, desemprego e matança de pobres é necessário reforçar a mobilização e a luta do povo.

No dia 26 de abril de 1999, 200 famílias organizadas e dirigidas pelo LPM e pelo MCL (Movimento das Comissões de Luta  nome que à época tinha o MCP), empreenderam  uma feroz resistência ao aparato repressivo do velho Estado, resistindo a uma ordem de despejo favorável a prefeitura da cidade de Betim então administrada por Jesus Lima/PT cumprida pela polícia militar que, com mais de 600 homens armados até os dentes, tentavam expulsar as famílias acampadas que lutavam por moradia. Chegaram com tratores e atirando nas famílias. Nessa batalha tombaram assassinados os companheiros Elder e Erionídes, jovens operários que combatiam firmes e decididos pelo direito à moradia e foram alvejados pela PM. Ao contrário de esmagar a luta das famílias, essas se mantiveram irredutíveis na decisão de não sair do terreno até a conquista das casas. Foram mais de 30 dias de cerco ao acampamento, com repercussão nos monopólios de imprensa  no país, tentando criminalizar aquela luta, acusando de terroristas as massas e direção do acampamento, apavorados que a canalha estava  com o nível de decisão, politização, organização e autodefesa das massas. Essa jornada de lutas desmascarou o oportunismo do PT que fingia defender o povo para ganhar votos e à época estava na prefeitura de Betim, com o sr. Jésus Lima, e foi responsável pela ordem de repressão às famílias e o assassinato dos companheiros. Mesmo com toda reação, governos, monopólio de imprensa e repressão contra o povo, a luta foi vitoriosa e pois os acampados conquistaram sua moradia e fundaram a Vila Bandeira Vermelha.
Para celebração dos 22 anos, foram semanas de preparação para o ato que se realizou na Praça Elder e Erionídes. Um painel foi pintado no muro da praça simbolizando a resistência das famílias, várias atividades com as crianças foram realizadas como produção de pipas e mobilização para um coral. Os moradores foram mobilizados para a limpeza da praça, as mulheres preparam um bolo para o lanche da atividade e o Comitê Sanitário de Defesa Popular trabalhou para garantir as condições sanitárias em meio à pandemia. Também participaram do ato celebrativo representantes da Frente Revolucionária de Defesa dos direitos do Povo, Liga Operária, LCP  Liga dos Camponeses Pobres, MFP  Movimento Feminino Popular, UV/LJR  Unidade Vermelha/Liga da Juventude Revolucionária, MEPR  Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MOCLATE  Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação e Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção  Marreta.

A celebração se iniciou com o canto dA Internacional, o hino internacional do proletariado, como reafirmação das melhores tradições da luta do povo, assim como era entoado nos dias de acampamento pela Assembleia Popular. O MCP fez uma intervenção lembrando como a massa organizada tem condição de conquistar suas necessidades e que devemos retomar essa experiência para seguir na luta. Um dirigente do LPM, destacou a importância daquela luta e como dirigidas por uma linha proletária justa as massas elevam sua organização e consciência exercendo sua justa violência pra conquistar seus direitos. Relembrou ainda os momentos da Assembleia Popular em que as massas decidiam tudo dentro do acampamento inclusive de resistir e de não recuar até a conquista das casas.

A exibição do vídeo produzido pelo LPM com imagens da época foi um momento marcante da atividade, onde os moradores se reconheciam nas imagens do acampamento, adultos que na época eram crianças cantando no coral. Todos vibraram de alegria e comentavam da saudade que tinham daquele momento de luta e trabalho coletivo. Muitos dos moradores gritavam as palavras de ordem entoadas no acampamento Nem que a coisa engrossa, essa terra é nossa! e demais canções populares e revolucionárias que apareciam no vídeo.
 
Para homenagear os Heróis do Povo Brasilerio Elder e Erionides as crianças entraram cantando a música Combatentes da Vila Bandeira Vermelha. Os movimentos e organização de luta presentes saudaram a atividade e chamaram o povo para lutar por seus direitos, principalmente hoje a vacinação geral para o povo. O MFP participou orgulhoso da atividade e destacou a participação das mulheres que atuaram na linha de frente, mesmo da direção do acampamento, na autodefesa e comissões de alimentação, creche, educação, propaganda e informação, demonstrando combatividade e decisão de lutar com seus filhos no colo, contrariando todos aqueles que duvidam da capacidade de organização, politização e liderança das mulheres do povo. Convocou as mulheres a se organizarem ainda mais e impulsionar o Comitê Sanitário de Defesa Popular pra seguir a luta.

A Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo fez um pronunciamento saudando a luta daquelas massas, afirmando que a luta é feita de muitas lutas e que batalha da Bandeira Vermelha é um marco na luta do povo brasileiro, pois provou que só unidos e muitos organizados, utilizando de sua justa violência e dirigidos por uma justa linha proletária podemos vencer. Afirmou que a conquista das casas é muito importante, mas que não conquistamos ainda o nosso maior direito, uma sociedade sem exploradores. Denunciou esse governo militar genocida de Bolsonaro e generais, que não fez nada para proteger o povo do vírus, fez propaganda de que a COVID era gripezinha, sabontando a vacinação em massa e hoje vivemos o terrorismo de quase 4 mil mortes por dia no Brasil.  Afirmou a necessidade da revolução para destruir esse sistema, esse bando de sangue-sugas, de que o Brasil precisa de uma Revolução de Nova Democracia que dê o poder para o Povo. Que para isso precisamos de um verdadeiro e autêntico Partido Comunista pra dirigir as massas.

Como encerramento do ato, os companheiros da Liga dos Camponeses Pobres fizeram uma intervenção chamando todos os moradores a defenderem o Acampamento Manoel Ribeiro, nas terras da antiga Fazenda Santa Elina regadas com o sangue camponês na heroica resistência de 1995, do cerco policial. O chamado foi prontamente atendido pelos moradores produzindo um vídeo ( ASSISTA ) com uma faixa defendendo a vida e luta pela terra dos companheiros do acampamento e a Liga dos Camponeses Pobres.

VIVA OS 22 ANOS DA VILA BANDEIRA VERMELHA!
ELDER E ERIONÍDES, PRESENTES NA LUTA!
Vacina para o povo já!
Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro e generais!

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Moradores da Vila Bandeira Vermelha, celebram os 22 anos da resistência do dia 26 de abril de 1999 e enviam vídeo de apoio à luta do acampamento Manoel Ribeiro.



Assista aqui ao vídeo

No início de noite do dia 25 de abril, véspera do dia que marca a grande batalha dos sem-casas de Betim – MG, as famílias da Vila Bandeira Vermelha, lideradas pelo movimento Luta Popular pela Moradia - LPM, com a participação de representantes do Comitê Sanitário, Movimento Feminino Popular, Movimento Estudantil, Popular Revolucionário, Liga da Juventude - UV  gravaram uma saudação aos lutadores camponeses de Rondônia, pela sua justa luta pela terra no Acampamento Manoel Ribeiro. O vídeo traz a seguinte mensagem:

“Nós moradores da VBV em Betim MG, declaramos nosso apoio incondicional aos camponeses e camponesas do acampamento Manoel Ribeiro – última parcela das terras da antiga fazenda Santa Elina a ser conquistada pelos camponeses do Brasil.

A heroica resistência camponesa de Santa Elina em 1995, foi inspiração para que nos organizemos e conquistemos as nossas moradias. Em uma batalha feroz contra as forças de repressão do velho Estado que assassinaram dois companheiros: Elder e Erionídes – que tombaram na luta, mas o sangue não afogou a luta, se não regou e segue regando, queremos dizer para as famílias, que não estão sozinhas, que a luta combativa e organizada é a única forma de conquistar nosso pedaço de chão, todo apoio às famílias do acampamento Manoel Ribeiro e à Liga dos Camponeses Pobres.

Viva a Revolução Agrária!”



quinta-feira, 18 de março de 2021

Camponesas do MFP em Manga e na área camponesa Vanessa celebram: “Viva o 8 de março dia internacional da mulher trabalhadora!”


Nos dias 6 e 7 de março as companheiras dos núcleos do MFP na cidade de Manga e na área camponesa Vanessa realizaram reuniões em celebração ao dia 8 de março e homenagem a companheira Sandra Lima, fundadora do MFP no dia em que completaria 66 anos. Em meio ao agravamento da pandemia nas cidades menores e reedição das medidas de isolamento social impositivo, as companheiras organizaram as atividades assegurando as medidas sanitárias afirmando mais uma vez que só o povo unido e organizado pode parar a pandemia.

Na abertura o canto da Internacional remarcava o caráter classista da data, seguido da exposição de seu significado histórico. Com apresentação dos painéis que ornamentavam as reuniões: as dirigentes comunistas Clara Zetkin, Nádia Krupskaia, Chiang Ching, Nora e Anuradah Ghandi. Fotos das conquistas das mulheres no socialismo; da participação das mulheres nas lutas populares no Brasil e no mundo; e destaque as heroínas de nosso povo brasileiro Dandara, Anita Garibaldi, Olga Benário, Elizabeth Teixeira, Alexina Crespo, as guerrilheiras do Araguaia e a companheira Elzita Rodrigues, fundadora do MFP e da LCP no Norte de Minas.

A discussão da situação política levantou bem alto a consigna Vacina para o povo já!. Realizou-se estudo boletim desmascarando o papel genocida desse velho Estado em meio a pandemia, foi muito participativa com denúncias de como as ações do velho Estado são de repressão às massas, a piora das condições de vida do povo, a situação de acirramento da luta pela terra, e a necessidade de levantar a luta do povo em defesa de seus direitos. 

A apresentação do relatório das atividades desenvolvidas no último ano abriu vários debates e propostas de atividades que podemos desenvolver impulsionando os CSDP- Comitês Sanitários de Defesa Popular, envolvendo a juventude, fortalecendo os núcleos e elevando cada vez mais a participação das mulheres. 

No encerramento as companheiras assistiram vídeos de música e dança em homenagem a Chica Pelega uma das lideranças da resistência camponesa de Contestado o que animou a todas com a história de combatividade. De punhos erguidos diante da bandeira do MFP foi cantado o hino Lutadoras da Revolução e entoadas palavras de ordem. 

Como primeira atividade após as reuniões foi realizada a banquinha com agitação, distribuição de panfletos e cartazes da campanha exigindo testagem em massa e “vacina para o povo já”, no centro da cidade de Manga, com participação dos dois núcleos. A bandeira do MFP convocava as mulheres do povo para assumir ativamente a luta contra o genocídio praticado por este governo de generais que primeiro abandonou o povo a própria sorte e agora nega o direito a vacina, junto do presidente falastrão, que chamou o coronavírus de gripezinha e a esta altura já deve ter furado a fila da vacina pra ele e sua família.

Durante a atividade da banquinha, várias pessoas aproximaram e pegaram cartaz da campanha, compraram o jornal A Nova Democracia e algumas edições antigas também foram entregues como propaganda. As companheiras já planejam a realização da banquinha em novas datas.

Viva o dia 8 de março: dia internacional da mulher proletária!
Viva o Movimento Feminino Popular!
Vacina para o povo Já!
Abaixo o isolamento impositivo! Pelo direito de ir e vir e lutar pelos nossos direitos!
Abaixo o governo genocida de generais e Bolsonaro!

COMITÊ SANITÁRIO EM GO CELEBRA O 8 DE MARÇO

COMITÊ SANITÁRIO EM GO CELEBRA O 8 DE MARÇO

No dia 17 de março, quarta feira, nós do Comitê Sanitário de Solidariedade Popular de Aparecida de Goiânia, realizamos nossa celebração do dia 8 de março, dia internacional da mulher trabalhadora.  

Fizemos um vídeo e convidamos para a celebração dezenas de mulheres e homens do bairro, que de alguma forma tivemos contato durante nossas atividades, seja durante as panfletagens no setor, confecção e entrega de kits sanitários (máscaras, sabão, água sanitária e panfletos)  bingos, bazares e trabalho na horta coletiva. 

A atividade começou às 18 horas, e contou com a presenta de várias mulheres.  Ornamentamos nossa atividade com a bandeira do MFP, com o cartaz da grande companheira Sandra Lima, com uma faixa sobre a emancipação da mulher e cartazes de revolucionárias. 

Abrimos a atividade saudando o 8 de março, às companheiras presentes e à memória da nossa querida companheira Sandra Lima, cujo papel revolucionário está marcado sempre em nossas atividades com as mulheres. 

Falamos sobre o surgimento do dia 8 de março, sobre a importância da luta da mulher nos dias de hoje e entramos em questões cruciais como a importância da vacina para o povo já e sobre o auxílio emergencial de mil reais também. 

Em seguida assistimos a um vídeo do MFP que mostravam várias mulheres de luta e por fim fizemos uma rodada de intervenção de cada companheira. 

A atividade foi exitosa, as companheiras demonstraram compreensão e interesse por esse dia tão importante para a mulher e para o povo trabalhador do nosso país e mundo. 

O nosso comitê cresce, e a exemplo temos esta atividade que atrai cada vez mais o povo oprimido para o nosso lado!

Além da celebração pelo Comitê o Movimento Feminino Popular foi convidado a participar de uma mesa sobre a origem do 8 de março em uma escola pública de Goiânia. A atividade foi realizada com os alunos do 7° ano, pais e professores que assistiram e participaram do debate. 

Nessa mesa além do 8 de março também falamos sobre os Comitês Sanitários como essencial forma de organização do povo para elevar sua consciência política, sua organização e mobilização frente as ações criminosas do Estado.

Viva o 8 de março!
Dia internacional da mulher trabalhadora!

Companheira Sandra Lima, presente na luta!

Vacina para o povo já!

Auxílio emergencial de mil reais até o fim da recessão!

Rebelar-se é justo!

terça-feira, 16 de março de 2021

NOVO!!! JORNAL MFP - MARÇO DE 2021

 JORNAL MFP - MARÇO DE 2021

Firmes na concepção proletária impulsionar um vigoroso Movimento Feminino Revolucionário!

CLIQUE NA CAPA PARA ACESSAR O JORNAL COMPLETO EM PDF: 


ARQUIVOS COMPLETOS PARA IMPRESSÃO EM GRÁFICA: AQUI!

Apresentamos o Jornal do Movimento Feminino Popular em celebração ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher Proletária, data e celebração propostas pelos comunistas para destacar a importância da mobilização das mulheres para a luta revolucionária da classe. É um material que serve a impulsionar a formação política das companheiras e dos núcleos do movimento. Cada vez se faz mais necessário o fortalecimento da organização das mulheres do povo, do ponto de vista de nossa gloriosa classe proletária, dando rumo à luta feminina no nosso país, como parte da Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao socialismo, a serviço da Revolução Proletária Mundial.

Dia internacional da mulher proletária é comemorado em diversos países

Retirado do site A Nova Democracia em 15 de março de 2021: 


Dia internacional da mulher proletária é comemorado em diversos países


Foto: Reprodução.

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