Os grandes feitos da Revolução Chinesa no caminho da emancipação da mulher
“As mulheres levam sobre seus ombros a metade do céu e devem conquistá-la.”
Essa consigna, ainda tão atual, levantada pelo grande timoneiro da Revolução Proletária Mundial, Presidente Mao Tsetung, mobilizou e incorporou milhões de mulheres no processo de Guerra Popular Prolongada, dirigido pelo heroico Partido Comunista da China para destruir o latifúndio e libertar a nação de invasores estrangeiros. A vitória da Revolução Democrática na China em 1º de outubro de 1949 e todo o processo de construção socialista até a Grande Revolução Cultural Proletária fez rasgar os princípios de todos os capitalistas e reacionários que colocam as mulheres como seres de segunda categoria.
Na velha China de antes da revolução, as mulheres do povo, eram excluídas de toda a prática social e tratadas como seres secundários, que deviam obediência aos seus pais e maridos, aprisionadas no trabalho doméstico e impedidas de desenvolverem a prática social em toda sua amplitude. No campo e na cidade toda função social da mulher do povo era reduzida a cuidar da casa, dos filhos, do marido além do pesado trabalho das camponesas ou a dupla jornada das operárias. Mas o Presidente Mao e o Partido Comunista da China sabiam que não era possível destruir toda aquela sociedade de exploração e opressão se a metade das classes exploradas estivessem fora do processo revolucionário, e se o processo revolucionário não emancipasse as mulheres que carregavam uma opressão milenar.
