sábado, 3 de outubro de 2020

Viva os 71 anos da vitoria da grande Revoluçao Chinesa!!

  “As mulheres levam sobre seus ombros a metade do céu e devem conquistá-la.”

Essa consigna, ainda tão atual, levantada pelo grande timoneiro da Revolução Proletária Mundial, Presidente Mao Tsetung, mobilizou e incorporou milhões de mulheres no processo de Guerra Popular Prolongada, dirigido pelo heroico Partido Comunista da China para destruir o latifúndio e libertar a nação de invasores estrangeiros. A vitória da Revolução Democrática na China em 1 de outubro de 1949 e todo o processo de construção socialista até a Grande Revolução Cultural Proletária fez rasgar os princípios de todos os capitalistas e reacionários que colocam as mulheres como seres de segunda categoria.
 

Na velha China de antes da revolução, as mulheres do povo, eram excluídas de toda a prática social e tratadas como seres secundários, que deviam obediência aos seus pais e maridos, aprisionadas no trabalho doméstico e impedidas de desenvolver a prática social em toda sua amplitude. No campo e na cidade toda função social da mulher do povo era reduzida a cuidar da casa, dos filhos, do marido além do pesado trabalho das camponesas ou a dupla jornada das operárias. Mas o Presidente Mao e o Partido Comunista da China sabiam que não era possível destruir toda aquela sociedade de exploração e opressão se a metade das classes exploradas estivessem fora do processo revolucionário, e se o processo revolucionário não emancipasse as mulheres que carregavam uma opressão milenar.

Aprendendo dos enormes avanços da experiência da GRSO  -  Grande Revoluçao Socialista de Outubro -  dirigida pelo grade Lenin e o camarada Stálin, o partido Comunista da China, já no poder, destruiu as bases econômicas da velha sociedade de exploração ao mesmo tempo que mobilizou amplas massas de homens e mulheres política e ideologicamente para destruir a cultura semifeudal e burguesa dominante de antes da Revolução.

Quanto aos avanços que a Revolução promoveu sobre a questão feminina, a Nova China socializou trabalho doméstico, transformando-o em indústria social. Algo impensável para qualquer país capitalista que tem no trabalho doméstico e na família individual uma das bases essenciais de sustentação da exploração do proletariado, do campesinato e demais classes exploradas. A função da família, e particularmente das mulheres, das classes oprimidas no capitalismo é cuidar, alimentar, educar, repor a força de trabalho dos operários, camponeses e trabalhadores em geral de maneira que eles atendam às condições da exploração capitalista e latifundiária. Garantir que a família trabalhadora se reproduza enquanto classe explorada física, intelectual, moral e politicamente. 

Na Nova China, desde os primeiros momentos, o funcionamento das oficinas de serviços e outras atividades substituem e tornam coletivo o trabalho doméstico em toda sua amplitude: lavar, passar, arrumar casa, cozinhar, cuidar dos filhos, costurar, consertar roupas e toda uma infinidade de afazeres antes colocados exclusivamente sobre os ombros da mulher.

Houve:

Equipes de limpeza das casas, as famílias saíam para o trabalho e uma equipe vinha até sua casa limpá-la.

Lavanderias coletivas: as roupas por lavar, passar ou consertar eram apanhadas em casa e levadas para as oficinas especializadas.

Restaurantes coletivos : as refeições eram feitas nas fábricas e escolas, ou nos restaurantes coletivos construídos dentro dos conjuntos habitacionais.

Creches: O cuidado com as crianças era fundamentalmente responsabilidade das creches (que funcionavam 365 dias no ano durante 24 horas) e escolas públicas, onde a educação socialista afiançava a formação de crianças saudáveis física e ideologicamente.

Este funcionamento das creches permitia aos pais, participar de atividades após seu horário de trabalho como estudo em geral, participação em congressos, palestras e debates e atividades culturais.

Participação dos idosos na construção da nova sociedade

Os idosos não mais representavam um peso para a sociedade e cumpriam tarefas em diversos locais, desde as oficinas de limpeza e conserto até o trabalho em horários variados em fábricas. Entretanto, muitos trabalhavam especialmente apoiando o processo de ensino das crianças e jovens, valorizados em sua larga experiência de vida, como testemunhas vivas da antiga sociedade, transmitindo sua experiência e crítica sobre ela e apoio à nova sociedade que se construía.

Ao coletivizar o trabalho doméstico, este deixa de ser “invisível”, aparece claramente como uma produção como outra qualquer, demonstrando que esta carga sobre os ombros da mulher não é um destino assinalado pela “natureza feminina” e sim a forma de organização capitalista que o utilizava como método de exploração.

A coletivização socialista desse trabalho dá pela primeira vez a ele o caráter de trabalho útil e necessário a todos, conferindo-lhe o reconhecimento social.

As mulheres também tinham participação ativa na vida política do país, desenvolvia e participava atividades culturais, estudavam ciência etc..

Essa experiência histórica os reacionários tentam mas não podem apagar. É fato, é concreto, aconteceu, e é a base para os ensinamentos de como as mulheres podem se emancipar: somente através da revolução proletária, por que não adianta dizer que as mulheres devem ter direitos iguais, dentro do capitalismo isso é impossível. É necessário destruir as bases econômicas sob as quais toda a opressão sobre as mulheres se sustenta. E esse é um grande ensinamento da Revolução Chinesa.

A Revolução Chinesa também fez destacar importantes dirigentes femininas da Classe. Destacamos aqui a grande camarada Chiang Ching, uma das grandes lideranças da GRCP ' Grande Revoluçao Cultural Proletária e uma grande dirigente que após a morte do Presidente Mao, em 1976, lutou contra a restauração capitalista na China e contra todos os revisionistas até a sua morte.

A camarada Chiang Ching é uma grande heroína do proletariado internacional e um grande exemplo para nós.

O Movimento Feminino Popular celebra com orgulho os 71 ano da Vitória da Revolução Chinesa e bebe nessa experiência, no maoísmo como ideologia, para afirmar que a Emancipação da Mulher é obra da Revolução Proletária!


Despertar a Fúria revolucionária da mulher como força impulsionadora da Revolução!

Viva os 71 anos da Grande Revolução Chinesa!

Viva o maoismo!

Viva A grande Camarada Chiang Ching!

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